O deputado Paulo Câmara (PL) apresentou moção de pesar na Assembleia Legislativa, lamentando o falecimento do ex-prefeito de Salvador e ex-deputado federal Virgildásio de Senna, aos 102 anos. “Político com forte base eleitoral na capital baiana, não concluiu sua gestão à frente da Prefeitura de Salvador, por força da cassação imposta pelo governo militar que … Leia Mais
Em uma sessão especial marcada pela emoção, o cantor Xanddy Harmonia foi condecorado com a Comenda 2 de Julho, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). A solenidade aconteceu no Plenário Orlando Spínola, na manhã desta segunda-feira (15), e reuniu amigos, familiares, fãs e admiradores do artista. A sessão foi conduzida pelo … Leia Mais
O plenário Orlando Spínola da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) vai “pagodiar” nesta segunda-feira, quando o deputado Luciano Simões Filho (UB) concederá a Comenda 2 de Julho a Alexandre Oliveira da Silva, conhecido artisticamente como Xanddy Harmonia. A concessão da maior honraria do Parlamento baiano a Xanddy representa o reconhecimento à relevante contribuição do cantor, … Leia Mais
O deputado Angelo Coronel Filho (Republicanos) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), duas moções de congratulações parabenizando os municípios de Lagoa Real e Muquém do São Francisco, que completam 37 anos de emancipação política neste sábado (13). No documento, o parlamentar ressaltou que a luta do povo lagoa-realense pela conquista da autonomia. “O povoado … Leia Mais
O deputado José de Arimateia (Republicanos) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) uma moção de congratulação e aplausos pelo Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa e pela campanha Junho Violeta, que compartilha o mesmo objetivo. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data mundial é, segundo o deputado, um … Leia Mais
O diretor-presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eracy Lafuente Pereira Maciel, será agraciado com o Título de Cidadão Baiano. A iniciativa da homenagem é do deputado Angelo Almeida (PT), que apresentou um projeto de resolução aprovado pela ALBA propondo a concessão do título ao gestor. A cerimônia ocorre nesta segunda-feira, a partir das 15h, no Plenário Orlando Spínola.
Segundo o parlamentar, trata-se do reconhecimento pelos relevantes serviços prestados por Lafuente ao desenvolvimento socioeconômico e à infraestrutura do estado. Natural do Rio Grande do Sul, o advogado e executivo de infraestrutura chegou à Bahia há cerca de 20 anos, a convite do então governador Jaques Wagner, para atuar na modernização logística do estado. Desde então, fixou residência em Salvador, onde formou família. É casado com uma baiana e pai de uma soteropolitana.
Ao falar do gestor, o deputado destaca seu envolvimento direto em obras como a implantação e expansão do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, programas de macrodrenagem, ampliação da malha viária, infraestrutura hospitalar e megaprojetos como o Porto Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).
No entanto, Almeida ressalta como principal marco a atuação de Lafuente no projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador e Região Metropolitana. Segundo o deputado Angelo Almeida, a participação do executivo nesse projeto ultrapassou a engenharia técnica, englobando também o diálogo social e a requalificação urbana, com foco na melhoria do acesso ao transporte em regiões historicamente marcadas por desigualdades.
Quatro municípios da base eleitoral de Marcinho Oliveira (PDT) fazem aniversário de emancipação política neste sábado (13) e o parlamentar comemorou apresentando moções de congratulação na Assembleia Legislativa. Serrinha é a localidade mais antiga, completando 150 anos de fundação. Caturama, Itatim e São Domingos chegam aos 37 anos.
Em todas as manifestações, Marcinho revelou o prazer de representar os municípios na Assembleia Legislativa, reafirmando “o compromisso de atuar como interlocutor junto às esferas estadual e federal, buscando políticas públicas e recursos que promovam o desenvolvimento sustentável, ampliem as oportunidades de emprego e renda e melhorem a qualidade de vida de toda a sua população”.
Sobre Serrinha, ele disse que a história remonta a tempos anteriores à própria colonização portuguesa, considerando o período em que a região era habitada pelos indígenas beritingas, da nação cariri. Em 1646, prossegue o pedetista, os jesuítas chegaram e iniciaram o processo de catequização. No Século XVII, foi aberta a Estrada das Boiadas, que ligava Salvador ao Rio São Francisco, fazendo com que a localidade passasse a sediar fazendas de gado, integrando-se às rotas comerciais do interior baiano.
“Ao completar 150 anos, apresento esta moção de congratulações como profunda homenagem ao povo serrinhense — uma gente que, desde os tempos dos indígenas beritingas e dos tropeiros da Estrada das Boiadas, soube construir uma cidade de referência no Nordeste baiano, com fé, trabalho e um sentido profundo de comunidade”, afirmou Marcinho.
Na moção para Caturama, o pedetista festejou a data de emancipação político-administrativa do município, “conquistada com muita luta e determinação pelo seu povo”. Ele conta que o nome da localidade advém do tupi, com a junção de katu (bom) e rama (onde), “podendo ser traduzido como o que será bom, boa sorte, boa terra ou ainda local às margens de um bom rio”. Para ele, a pluralidade de significados reflete, com precisão, a riqueza e a diversidade de um povo que soube construir sua história nas margens férteis do Rio Paramirim.
A ocupação efetiva do território municipal pelos portugueses remonta à metade do século XVIII, impulsionada pela descoberta de jazidas de ouro nas nascentes do Rio Paramirim por bandeirantes provenientes de São Paulo. “Com o assentamento das primeiras casas e a edificação de uma capela dedicada a São Sebastião, surgiu o Arraial de São Sebastião de Macaúbas — embrião da atual sede municipal”, contou.
Em relação a Itatim, o autor da moção afirmou que o município tem suas raízes fincadas em uma “história de encontros, resistências e construção coletiva”. A estrada de ferro foi instalada em 1879, originando-se no local o povoado de Tanquinho — nome derivado de um tanque de formação rochosa existente no local —, tendo as famílias Vieira Gomes e Rebouças como pioneiras dessa organização comunitária. A ferrovia permitiu o escoamento da produção agrícola para as cidades de Cachoeira e Salvador, além de viabilizar o transporte de passageiros, integrando a região ao restante da Bahia.
Por fim, o deputado destacou que nome de São Domingos está intimamente ligado à devoção religiosa de seus pioneiros. No ano de 1926, informa o legislador, o coronel Francisco Pedreira e sua esposa, D. Amélia Pedreira, adquiriram uma grande fazenda na região, então pertencente ao município de Conceição do Coité. Devotos de São Domingos, os proprietários batizaram a fazenda com o nome do santo de sua devoção — e foi em torno dessa raiz de fé que, ao longo das décadas seguintes, foi se formando a comunidade que viria a dar origem ao município.
Sábado, 13 de junho, dia de Santo Antônio, é também, para as populações dos municípios de Apuarema, Bom Jesus da Serra, Lajedo do Tabocal e Mirante, uma data de significado especial: dia de comemorar a independência política. Foi em 13 de junho de 1989 que esses quatro municípios conquistaram a emancipação política. Por essa razão, o deputado municipalista Hassan (PP) registrou moções de congratulação na Assembleia Legislativa, destacando a importância dessas cidades para a Bahia.
“É um dia de festa e alegria, comemorando os 37 anos de organização política desses municípios baianos, e para mim é uma honra celebrar essas conquistas. Sinto-me feliz e honrado em poder participar e contribuir para o crescimento e desenvolvimento dessas cidades e da região, através do nosso mandato parlamentar”.
Hassan parabenizou as populações desses municípios pela luta e esforço em prol da região e enalteceu o trabalho que vem sendo desenvolvido em Apuarema, pelo prefeito Betão; em Bom Jesus da Serra, pelo prefeito Welton; em Lajedo do Tabocal, pelo prefeito Marquinhos; e em Mirante, pelo vereador Zé Roberto. “Através deles, parabenizo o povo acolhedor desses municípios”, afirmou.
TERRITÓRIO
O município de Apuarema foi criado com território desmembrado do distrito de Ipiúna, subordinado a Jaguaquara. O município surgiu a partir de um lote de terras cedido ao coronel José Novaes pelo governo, que foi subdividido, vendido a amigos e repassado a seus herdeiros.
Já do outro lado do rio, uma nova vila se desenvolvia mais rapidamente: Filanésia, um dos lotes vendidos ao sobrinho do coronel. Quase 100 anos depois, em 13 de junho de 1989, Apuarema foi emancipada pela Lei Estadual nº 5.003, sancionada pelo então governador Nilo Coelho.
POVOAMENTO
O deputado Hassan lembrou que as terras que formam o município de Bom Jesus da Serra faziam parte do município de Poções. Inicialmente, pertenciam ao capitão Timóteo Gonçalves da Costa e foram herdadas, após sua morte, pelos filhos Bernardo Roberto e Timóteo Filho, que se empenharam pelo povoamento do Arraial dos Poções, que passou por transformações até tornar-se Bom Jesus da Serra, emancipado pela Lei Estadual nº 5.008, de 13 de junho de 1989.
FERTILIDADE
De acordo com historiadores, a comunidade surgiu por volta de 1900, devido à concentração de famílias atraídas pela fertilidade do solo e pela disponibilidade de terras. Inicialmente denominada Lajedo de José Anacleto, depois Manoel Grande e, posteriormente, Lajedo do Tabocal, a atual denominação deve-se à grande quantidade de tabocas (bambu) existente nas proximidades de um lajedo.
Durante a fase inicial de exploração agrícola, houve conflitos por terras, solucionados em 1922 por meio de um programa de distribuição fundiária. A boa adaptabilidade do solo para o cultivo de café, fumo, mandioca e feijão contribuiu consideravelmente para a fixação das famílias na região.
A comunidade, apesar de unida, não participava de atividades comunitárias conjuntas. Esse cenário começou a mudar com o movimento em prol da emancipação política, iniciado em 1985, quando foi criada uma comissão pró-emancipação. O plebiscito resultou na emancipação do município em 13 de junho de 1989. O governador em exercício sancionou a Lei nº 5.504, que transformou Lajedo do Tabocal em município, constituído apenas pelo distrito-sede de mesmo nome.
DESBRAVADORES
A história revela que o município de Mirante foi desmembrado de Boa Nova. A região foi desbravada pelos bandeirantes André da Rocha Pinto, João Guimarães e João Gonçalves da Costa, que exploravam o curso do Rio de Contas e encontraram as tribos indígenas Mongóis e Imborés.
Mirante foi emancipado em 13 de junho de 1989, por meio de lei sancionada pelo então governador Nilo Coelho.
Sua formação administrativa registra que, em dezembro de 1937, o distrito de Monte Alegre figurava no município de Boa Nova e que, em novembro do ano seguinte, passou a denominar-se Campo Grande. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, confirmado pelo Decreto-Lei Estadual nº 12.978, de 1º de junho de 1944, o distrito de Campo Grande passou a chamar-se Mirante.
Os municípios de Bonito, Xique-Xique e Mulungu do Morro, que celebram, neste sábado (13), mais um ano de emancipação política, foram saudados pelo deputado Ricardo Rodrigues (PSD) através de moções de congratulações apresentadas na Casa Legislativa.
No documento, o parlamentar lembrou a história, exaltou as belezas naturais e espírito acolhedor, desejando felicidades à população dos três municípios, “que recebem os visitantes com afeto, que enchem de orgulho seus filhos e todo o povo baiano”.
Na primeira moção, ele fala de Xique-Xique, que foi desmembrado de Jacobina por meio de decreto imperial, ganhando o título de cidade no dia 13 de junho de 1928. O nome se deu pela existência de grande quantidade de cactos na localidade situada na Mesorregião do Vale do São Francisco.
Segundo Ricardo Rodrigues, a história da cidade começa por volta de 1545, quando Duarte Coelho Pereira, donatário da Capitania de Pernambuco, chefiou a 1ª Expedição de Exploração do Rio São Francisco, partindo da foz com destino a nascente. “Na expedição descobriu um enorme arquipélago, uma ipueira circundada pelo arquipélago e uma lagoa que o levou a escrever, em seu Diário de Bordo, como sendo esta localidade um lugar mais do que chique, um lugar Xique-Xique”, relatou.
Sobre a economia local, o parlamentar destacou a criação de gado e a agricultura de subsistência. Depois, a descoberta de ouro e pedras preciosas, que alterou a rotina da localidade, atraindo aventureiros de várias regiões e fazendo aumentar rapidamente sua população.
Já sobre Bonito, o parlamentar relembrou a origem, quando possuía uma grande larga (campo aberto) onde tropeiros acampavam a caminho das Lavras de Lençóis. O lugar bonito, com vegetação exuberante e água de boa qualidade, deu origem ao nome de Larga Bonita e, depois, Bonito. Mais tarde, deu nome ao rio que nasce nos arredores da cidade. Ex-povoado de Utinga, Bonito foi elevado à categoria de vila em 1970 e conquistou a emancipação político-administrativa em 1989.
Em relação a Mulungu do Morro, também emancipado em 1989, o deputado mencionou o surgimento da localidade a partir do movimento dos tropeiros de Minas Gerais, quando alguns bois desgarrados foram encontrados no lajedo, onde havia muita água, plantas, animais selvagens e uma paisagem muito bonita.
O topônimo da cidade foi inspirado em uma árvore de folhas redondas e verdes, de sementes vermelhas de formato semelhante aos grãos de feijão, abundantes no local, e no Morro, “porque as pessoas de Morro do Chapéu apossaram de terras e foram vendendo para pessoas que chegavam em Mulungu”.
Por fim, Ricardo salientou que celebrar a data magna de Xique-Xique, Bonito e Mulungu do Morro, “é reconhecer a importância dos municípios para o desenvolvimento regional e prestar homenagem à história e ao esforço de cada cidadão que contribui diariamente para a construção de um futuro mais próspero e justo”.
O deputado Angelo Almeida (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de aplausos para Madre de Deus pelos 37 anos de emancipação política e administrativa do município, que serão celebrados em 13 de junho. Ele solicitou à Casa que dê ciência da homenagem à prefeitura e à Câmara de Vereadores local.
“O povo madre-deusense sabe da grandeza desta região”, expressou o parlamentar, citando um trecho do hino do município: “Um sol cativante, um mar infinito. Castelos de areia, cantiga ao luar. Foi Deus quem te fez, para a gente dizer: que bonito este lugar!”.
O documento ressalta que a data da emancipação de Madre de Deus é festejada com muita alegria pela população, por ter trazido autonomia para a região e estimulado seu crescimento.
Emancipada de Salvador no dia de Santo Antônio, Madre de Deus, anteriormente conhecida como Ilha de Cururupeba e habitada pelos tupinambás, tornou-se um povoado português em 1696, relata a moção. O texto acrescenta que se trata de um município insular da Baía de Todos-os-Santos, localizado a 66 quilômetros da capital baiana, composto pela Ilha de Madre de Deus e pela Ilha de Maria Guarda, subdividido em bairros como Centro, Suape e Alto do Paraíso.
Para o petista, falar de Madre de Deus “é lembrar do seu mar, que encanta a todos que ali residem e aos visitantes, e de suas ricas tradições e forte cultura litorânea”. Ele descreve a orla do município como vibrante, com praias calmas, ideais para o lazer.
O parlamentar destaca o turismo, a pesca artesanal e o Terminal Aquaviário de Madre de Deus (Transpetro) como importantes bases da economia local. Também lembra que a cidade figurou, em 2025, na segunda colocação entre os municípios baianos em qualidade de vida, além de integrar o Mapa do Turismo Brasileiro, oferecendo praias tranquilas e forte identidade cultural.
O deputado também expressou, no documento, a alegria de representar o município na ALBA, destacando a parceria com o prefeito de Madre de Deus, Dailton Filho, a quem parabenizou pela competência e pelo compromisso com a população, especialmente a mais vulnerável. “Contem com meu apoio na luta por uma Madre de Deus cada vez melhor. Parabéns!”, finalizou Angelo Almeida.