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O deputado Jurailton Santos (Republicanos) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), indicações aos governos do Estado e da capital baiana para que as atividades relacionadas ao Novembro Negro contemple o público negro simpatizante ou adepto da religião cristã, “uma vez que é contumaz que projetos voltados para essa vertente tenha um eixo estrito às … Leia Mais
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O deputado Dr. Diego Castro (PL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, projeto de lei que institui a Política Estadual de Prevenção e Enfrentamento de Tragédias Naturais (PEPETN), com o objetivo de reduzir os riscos e impactos decorrentes de enchentes, deslizamentos, secas, incêndios e outros eventos naturais adversos. O texto prevê ainda criação do Fundo … Leia Mais
Estudantes da EJA do Colégio Kleber Pacheco lançam livro “Nossas Histórias e Sabores”
Foto: Ascom/SEC
As memórias, afetos e saberes que compõem a trajetória de cada estudante da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Estadual Kleber Pacheco, localizado no bairro de Pernambués, em Salvador, ganharam a forma de um livro. Intitulado “Nossas Histórias e Sabores”, o projeto resultou na produção coletiva de uma obra escrita pelos próprios alunos, reunindo relatos de vida, poemas, mensagens e receitas que traduzem o cotidiano e as lembranças de quem vive histórias de superação e aprendizado.
Coordenado pela professora Ana Rita Passos, o projeto foi desenvolvido ao longo do ano letivo, integrando leitura, escrita e oralidade em um processo criativo e colaborativo. “O projeto ‘Nossas Histórias e Sabores’ é uma proposta lúdica e educativa voltada aos estudantes da EJA, com o objetivo de produzir um livrinho a partir das experiências de vida, memórias, sonhos e saberes dos próprios participantes. Mais do que uma atividade de escrita, ele promove o fortalecimento da autoestima, o reconhecimento das identidades e o sentimento de pertencimento à escola e à comunidade”, destacou a professora.
A produção começou com atividades lúdicas que partiram de um diálogo com músicas — entre elas “Aquarela” e “O Caderno” (Toquinho), “Velha Infância” (Tribalistas), “Asa Branca” (Luiz Gonzaga) e “Tocando em Frente” (Almir Sater e Renato Teixeira) — para despertar memórias e emoções. Em seguida, foi apresentada a proposta de escrever o livrinho, deixando claro que os estudantes seriam autores e protagonistas do conteúdo.
Cada aluno contribuiu com textos pessoais que remetem a momentos especiais, inclusive vividos na escola. As atividades ocorreram por meio de rodas de conversa, escrita orientada e ilustrações, garantindo participação ativa e colaborativa de toda a turma.
A vice-diretora Marta Teixeira ressaltou a relevância do projeto para a formação integral dos estudantes. “A construção do livro ‘Nossas Histórias e Sabores’ foi de extrema importância, pois vai além do ato de decodificar palavras. Envolve o desenvolvimento da autonomia, da autoestima, da reflexão e da criticidade. O projeto possibilita o contato com diferentes gêneros textuais, ampliando o vocabulário, o conhecimento de mundo e o senso estético”, afirmou.
O livro será trabalhado como material didático e simbólico: leituras em sala, comentários sobre as receitas, partilha de lembranças e atividades que reforçam autoria e voz dos estudantes. Ao inserir as histórias no espaço escolar, a iniciativa ajuda a reparar apagamentos e a fortalecer laços entre alunos e comunidade.
Mais do que o produto final de uma atividade escolar, o livro “Nossas Histórias e Sabores” representa um instrumento pedagógico de valorização das identidades e saberes dos alunos da EJA. A iniciativa reafirma o papel da escola pública como espaço de acolhimento, criação e reconhecimento, fortalecendo o compromisso com uma educação que respeita as histórias e os percursos de cada estudante.
Jibóias, iguanas e preguiça estão entre animais soltos pelo Inema em Entre Rios
Foto: Ascom/Inema
Jiboias (Boa constrictor) e uma preguiça-de-coleira (Bradypus torquatus) estão entre os animais que chegaram ao Centro Estadual de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) por meio de entrega voluntária, resgate e apreensão em operações de fiscalização, e foram reintegrados ao habitat natural na manhã de quarta-feira (12).
Além desses, iguanas (Iguana iguana) e cutias (Dasyprocta azarae) também retornaram à natureza, totalizando 21 animais soltos em uma Área de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), no município de Entre Rios.
Acompanhando a atividade, a médica-veterinária do Cetas, Joseana Araújo, detalhou a ação. “Viemos fazer a soltura de alguns animais que foram apreendidos, entregues voluntariamente ou chegaram a partir de resgates no Cetas de Pituaçu, em Salvador. Dentre esses animais que trouxemos hoje para fazer a soltura, temos oito jiboias, oito cutias, quatro iguanas e uma preguiça-de-coleira. Todos eles foram microchipados e, hoje, aptos, fizemos a soltura desses animais.”
As ASAS são propriedades privadas cadastradas voluntariamente e avaliadas tecnicamente pelo Inema. Para garantir a adaptação e sobrevivência das espécies, esses locais devem contar com vegetação nativa preservada, recursos hídricos disponíveis e baixa interferência humana, condições essenciais para o sucesso da reintrodução, como explicou a bióloga da Coordenação de Gestão de Fauna (CGFAU) do Inema, Rosane Barreto.
“Essa é uma das ASAS cadastrada pelo Inema, onde os animais são reintroduzidos ao seu habitat depois de serem avaliados por veterinários e biólogos do CETAS. Para isso as ASAS tem que ter uma boa área de conservação e Recursos Hídricos.”
A bióloga ainda ressaltou. “Essa área foi escolhida devido a ter sua vegetação preservada e fazer parte do bioma Mata Atlântica, onde possui árvores grandes, com copas oferecendo melhores condições de vida para os animais que retornarão a natureza”, frisou.
Cetas
Com unidades em Salvador e Cruz das Almas, e uma terceira em fase de construção em Barreiras, o Cetas do Inema realiza o resgate de animais silvestres e recebe os que chegam por meio de entrega voluntária, apreensão oriunda de fiscalização, vítimas de maus-tratos ou de qualquer outra demanda que necessite de atenção especializada para tratamento clínico e posterior soltura em sua área de origem.
Encontrou um animal silvestre ferido, longe de seu habitat natural, andando por rodovias, praças ou residências, ou pretende fazer uma entrega voluntária? Solicite imediatamente o resgate através do WhatsApp do Cetas: (71) 99661-3998.
Na manhã desta quinta-feira (13), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) se tornou palco de um debate sobre a luta contra a medicalização da educação e da sociedade. A audiência pública, proposta pelo deputado Hilton Coelho (Psol), em conjunto com o vereador de Salvador Hamilton Assis e o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, celebrou os 15 anos de atuação do Fórum, reafirmando seu papel como um espaço de resistência e crítica social.
A mesa, composta por representantes de entidades como a Ufba, o Conselho Regional de Psicologia, o Conselho Regional de Farmácia, o Comitê Bahia da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e membros do Fórum, sublinhou a natureza complexa e interdisciplinar do tema. O deputado Hilton Coelho destacou a longevidade e a complexidade da trajetória do Fórum, que há mais de uma década se organiza em uma disputa “muito afirmativa”.
O parlamentar ressaltou que a audiência ocorre justamente no Dia Estadual Contra a Medicalização da Educação e da Sociedade, uma das “duas vitórias” que marcam momentos privilegiados para chamar a atenção da sociedade. “É a visão medicalizante que procura individualizar os problemas da educação, centralizando a responsabilidade nos próprios estudantes e nas famílias”, disse Hilton Coelho.
O deputado enfatizou um ponto crucial. “Lutar pela desmedicalização da vida não é ser contra a medicina e outras áreas da saúde, nem desconsiderar o sofrimento real”. A bandeira do movimento é tensionar a individualização de questões sociais, que são frequentemente apresentadas e tratadas como questões de “cuidado” individual. Elaine Cristina de Oliveira, membro do Fórum desde 2011 e professora da Ufba, traçou a história do movimento, nascido há 15 anos do “fruto da mobilização de profissionais, estudantes e entidades comprometidas com uma sociedade mais crítica e inclusiva”.
“O compromisso central é mobilizar a sociedade para refletir criticamente sobre como se tem entendido a aprendizagem e as diferenças”. A trajetória do Fórum, marcada pela “resistência e pela solidariedade”, resultou em ações concretas de impacto nacional. Como a Recomendação de Práticas Não Medicalizantes (2012), que é um documento interdisciplinar (Antropologia, Medicina, Pedagogia, Fonoaudiologia, Psicologia, etc.) para orientar sobre “como compreender, cuidar da queixa escolar sem sair do pensamento crítico”. Assim como, o Encaminhamento de Protocolos (2015) que são orientações sobre o cuidado em relação a protocolos medicalizantes que foram enviadas a todas as escolas públicas municipais e estaduais do Brasil. E a Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) que publicou a Resolução 177, em 2015, recomendando o fim da prescrição excessiva de medicamentos para crianças e adolescentes com queixas de aprendizagem ou disciplina. Elaine destacou a principal bandeira do Fórum que é a defesa intransigente da escola pública como um espaço de formação humana, inclusão, acolhimento e valorização da diversidade. Isso se contrapõe a “qualquer tentativa de transformar problemas educacionais, sociais ou pedagógicos, em questões médicas, psicológicas, fonoaudiológicas, de caráter individual, apagando assim a complexidade da nossa existência”.
PROBLEMAS ESTRUTURAIS
A medicalização é vista pelos participantes como um sintoma de problemas estruturais. O vereador Hamilton Assis resumiu a situação. “Nossa sociedade vive uma crise profunda”. Ele trouxe à tona uma realidade alarmante. “A maioria dos profissionais da educação se automedicam pelas condições perversas de trabalho”. “Se os profissionais tivessem salário digno, carga horária adequada, teríamos excesso de medicalização? São problemas sociais que são tratados com medicalização”, disse Nanci Helena Rebouças Franco, diretora da Faculdade de Educação da Ufba (Faced). A diretora da Faced levantou a questão dos recursos e das condições de trabalho. Ela alertou que a falta de recursos para o funcionamento adequado da universidade e a precariedade das condições de trabalho na educação básica também causam sofrimento e adoecimento, que, por sua vez, acabam sendo abordados individualmente pela via da medicalização.
Denise Souza, do Comitê Bahia da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, reforçou essa ideia ao mencionar especificamente o adoecimento dos professores municipais de Salvador. A fala de Nanci reforçou que a luta do Fórum é por “mais escolas de qualidade, por mais parques, por mais praias, por mais momentos coletivos, por mais sociedade”, e por uma distribuição de riquezas que se contraponha à lógica do capitalismo que “acaba com a nossa forma de existir”. Elaine Cristina de Oliveira também chamou a atenção para outras formas de opressão que se cruzam com o debate da medicalização. Como as comunidades terapêuticas, que, segundo a palestrante, “não dialogam com a reforma psiquiátrica, princípios básicos do SUS e o controle social” e alguns projetos de lei, como o da Câmara Municipal de Salvador que autoriza o uso da Bíblia Sagrada com “motivo paradidático”, que foi citada como uma tentativa de apagar o caráter religioso e desrespeitar a diversidade religiosa em um estado laico.
A palestrante alertou. “Existem muitas formas de opressão, muitas, e a opressão também é medicalizante. Então, a gente precisa cuidar para não oprimir ao invés de cuidar”.
RACIONALIDADE
A diversidade de atuações do Fórum, composto por psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, médicos, e outros profissionais, foi ressaltada por Elaine, que pontuou a presença do movimento na academia, nos serviços de saúde, e “no chão da escola”. Antônio Marcos A. Sampaio, do Conselho Regional de Psicologia, alinhou o papel do Fórum com a “psicologia crítica”, reiterando o apoio da categoria na construção de uma “sociedade mais digna e acolhedora”. Francisco P. Santos, do Conselho Regional de Farmácia, trouxe a perspectiva do uso racional de medicamentos. Ele afirmou a clareza dos riscos envolvidos com a medicalização e a importância de profissionais que tenham noção do debate para orientar pacientes sobre o uso racional dos fármacos. “A audiência demonstrou que a luta contra a medicalização é um movimento vibrante, com forte articulação social e acadêmica, que busca reverter a lógica da individualização do sofrimento e reafirmar a importância de respostas coletivas, sociais e políticas para as questões que afligem a sociedade”, definiu o parlamentar Hilton Coelho.
Governador participa de cerimônia em reconhecimento aos 49 bombeiros militares que atuaram nas enchentes do Rio Grande do Sul
Foto: Joá Souza/GOVBA
Em cerimônia pelo reconhecimento e lembrança de uma das maiores tragédias climáticas recentes no país, 49 bombeiros baianos foram homenageados na sede do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), na manhã desta quinta-feira (13), pelo trabalho realizado nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. O governador Jerônimo Rodrigues prestigiou a homenagem e entregou a Medalha de Serviços Relevantes SD BM Eduardo Santos Góes aos profissionais que se destacaram na ação de resgate e assistência humanitária.
“ Temos muito orgulho do trabalho realizado por nossa tropa. Eles deram o máximo para salvar vidas e com competência, planejamento. Foi uma grande operação, a do Rio Grande do Sul. Esse reconhecimento é o reconhecimento dessa bravura, da humanidade e sensibilidade deles”, ressaltou o chefe do executivo baiano.
Comandante Geral do Corpo de Bombeiros da Bahia, Coronel BM Aloísio Mascarenhas Fernandes reforça que a medalha é uma homenagem simbólica ao trabalho realizado em grandes operações pela corporação. “Foi uma dessas operações que elegemos como destaque, em razão da magnitude daquele evento e da necessidade de apoio aos colegas bombeiros militares do Rio Grande do Sul e às famílias, que naquele momento precisavam do resgate dos corpos desaparecidos. Foi uma ocorrência que mereceu muito destaque”, frisou.
A solenidade reuniu autoridades, familiares e bombeiros. Uma das agentes da operação, Mirela Alves dividiu que a experiência do Rio Grande do Sul fez ela honrar ainda mais a farda do Corpo de Bombeiros. “Foi uma experiência que me fez honrar ainda mais a farda que eu visto. Chegar no Rio Grande do Sul e ver tanta dor, tanta perda, tanta destruição causadas pelas chuvas, foi uma experiência assustadora, mas também de muita solidariedade. Foi uma experiência que me transformou como pessoa”, disse ela, que esteve nos trabalhos de salvamento de vítimas e localização de desaparecidos.
Para o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, o trabalho do Corpo de Bombeiros não envolve apenas técnica e preparo físico, mas sensibilidade na relação com as vítimas. “É uma forma de reconhecer a dimensão humana das missões. Eles recebem hoje essa homenagem, mas a gente tem investido cada vez mais na capacitação do nosso bombeiro para atuar em situações como essa. Em razão das mudanças climáticas, infelizmente temos prolongado ações como a Operação Florestal, para evitar maiores danos às pessoas e à vegetação, a gente tem trabalhado também na busca de softwares que possam fazer análises ambientais preditivas”, completou.
A atuação no Rio Grande do Sul também marcou a cooperação entre os estados brasileiros e o fortalecimento do serviço de emergência realizado pela segurança pública em missões climáticas e humanitárias.
Hemoba promove Gincana do Bem para incentivar doação de sangue entre os profissionais de saúde
Foto: Mateus Pereira/GOVBA
A Fundação Hemoba realiza, pelo terceiro ano consecutivo, a Gincana do Bem, ação que mobiliza profissionais de saúde de hospitais e maternidades de Salvador para doação de sangue. A campanha segue até o dia 5 de dezembro e integra as atividades da Semana Nacional do Doador de Sangue, que acontece de 24 a 29 de novembro. O objetivo da iniciativa é estimular o sentimento de corresponsabilidade entre os profissionais da área da saúde e incentivar familiares e amigos a participarem do gesto solidário de doação de sangue, fortalecendo a cultura da doação e ampliando o número de doadores regulares ao longo do ano.
Participam da gincana trabalhadores das principais unidades de saúde da Rede SUS e conveniadas de Salvador, que são abastecidas com hemocomponentes fornecidos pela Hemoba. No momento do cadastro, o doador informa o código de identificação da unidade à qual deseja vincular sua doação, pontuando para sua equipe. Ao final da campanha, a Hemoba fará a apuração das doações e divulgará as unidades vencedoras. As três primeiras colocadas receberão placas de reconhecimento em agradecimento pela mobilização e compromisso com a causa.
Os códigos de identificação das unidades participantes são: Amigos do Roberto Santos – 0106; Amigos do HGE (Hospital Geral do Estado) – 0200; Amigos do Martagão Gesteira – 056; Hemohupes (Hospital Universitário Professor Edgard Santos) – 0174; Amigos do HEOM (Hospital Otávio Mangabeira) – 0194; Amigos do HAN (Hospital Ana Nery) – 0193; Doador Amigo do HM (Hospital da Mulher) – 0195; Amigos do Hospital do Subúrbio – 0197; Amigos do CICAN (Centro Estadual de Oncologia) – 0217; Amigos do Ernesto Simões Filho – 0215; Amigos do Hospital Irmã Dulce (OSID) – 0250; Amigos do Ortopédico (HOE) – 0277; Amigos do Metropolitano – 0164; Amigos do Aristides Maltez – 0294; Amigos do Dois de Julho – 0206; Amigos da Maternidade Magalhães Netto – 0266; e Amigos do CERPDF (Centro de Referência às Pessoas com Doença Falciforme) – 0289.
Onde doar – Em Salvador, o Posto Temporário no Shopping Bela Vista funciona durante todo o mês de novembro, de segunda a sábado, das 9h às 18h. Já as unidades fixas atendem com o seguinte horário: o Hemocentro Coordenador (sede da Hemoba), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30, e aos sábados, das 7h30 às 16h30; o Hospital do Subúrbio, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30; o Hospital Ana Nery, de terça a sexta-feira, das 7h30 às 12h30; o Hospital Roberto Santos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e o Hospital Santo Antônio (OSID), de segunda a sexta-feira, das 7h10 às 11h30 e das 13h às 16h. Para informações sobre os horários de atendimento das 20 unidades de coleta no interior, consulte o site da Hemoba: https://www.ba.gov.br/hemoba/onde-doar. Critérios para doação – Para doar sangue, o candidato deve estar em boas condições de saúde, pesar acima de 50 kg e ter idade entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsável legal, e idosos acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado anteriormente. No dia da doação, o voluntário não pode estar em jejum, nem ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores, além de não fumar por pelo menos duas horas antes do procedimento. É necessário ter dormido, no mínimo, seis horas na noite anterior. Também é recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. Para doar, é necessária a apresentação de um documento oficial com foto, válido em todo o território nacional.