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Virada Cultural movimenta museus do Governo da Bahia no verão Foto: Divulgação Com uma programação intensa e diversificada, quatro museus administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) promovem uma Virada Cultural com mais de 30 horas ininterruptas de atividades, integrando arte, lazer e educação. A ação faz parte do Projeto Verão Bahia – … Leia Mais
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Teatro é destaque em programação gratuita do Verão das Artes da Funceb Foto: Divulgação A partir desta segunda, 12 de janeiro, a estação mais quente do ano ganha ainda mais cor e ritmo com o Verão das Artes, iniciativa da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado … Leia Mais
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O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) cobrando do governador Jerônimo Rodrigues a instalação imediata de uma Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) no município de Santa Cruz Cabrália, no extremo sul baiano.
Segundo ele, com cerca de 31 mil habitantes, Santa Cruz Cabrália segue sem qualquer unidade especializada para o atendimento de mulheres vítimas de violência. “A ausência de uma Deam representa um grave descumprimento da Lei Maria da Penha e evidencia o abandono institucional das mulheres, especialmente das mais pobres, negras e periféricas”, afirmou o parlamenta.
Para Hilton, “as mulheres de Cabrália não podem continuar sendo obrigadas a sair da sua cidade, muitas vezes sob ameaça, para denunciar a violência”. E acrescentou: “Isso é revitimização, é violência institucional”.
No documento, ele lembrou que as Deams são instrumentos centrais no enfrentamento à violência de gênero, pois garantem atendimento humanizado, investigação qualificada, articulação com a rede de proteção e responsabilização dos agressores. “Sem essa estrutura, a política pública falha, as denúncias diminuem e o ciclo da violência se perpetua”.
Atualmente, acrescentou Hilton, as mulheres de Santa Cruz Cabrália precisam se deslocar até Porto Seguro para registrar ocorrências, o que coloca vidas em risco, dificulta o acesso à Justiça e desestimula denúncias. “Essa realidade é inaceitável em um estado que registra altos índices de violência contra a mulher”, afirmou.
Para o parlamentar, o extremo sul da Bahia não pode seguir invisibilizado. “Pela localização estratégica e pelo volume populacional, Santa Cruz Cabrália reúne todas as condições para sediar uma Deam, fortalecendo a rede regional de proteção às mulheres”, concluiu.
O governador Jerônimo Rodrigues sancionou na última quinta-feira (8) a lei que proíbe homenagens à ditadura militar (1964–1985) em prédios, obras, equipamentos públicos e eventos oficiais no âmbito do Estado. A norma é de autoria do deputado Robinson Almeida (PT) e foi aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) em dezembro do ano passado.
A sanção ocorreu em uma data simbólica: o 8 de janeiro marca três anos dos atos antidemocráticos e da tentativa de golpe de Estado contra as instituições democráticas brasileiras. Para o autor da lei, a escolha da data reforça o compromisso da Bahia com a democracia, a memória histórica e os direitos humanos.
“Essa lei ser sancionada justamente no 8 de janeiro tem um significado muito forte. É a reafirmação de que a democracia não se negocia e de que o Estado brasileiro não pode tolerar, muito menos homenagear, um período marcado por repressão, censura, tortura e assassinatos”, afirmou ele.
A legislação sancionada proíbe que equipamentos públicos estaduais recebam nomes de pessoas que participaram ou apoiaram o regime militar, além de vedar a realização de eventos oficiais que promovam ou façam apologia à ditadura. O texto também impede o repasse de recursos públicos para iniciativas com esse objetivo.
Com a sanção, a Bahia passa a contar com um marco legal que orienta a administração pública estadual a adotar critérios objetivos, com base em registros oficiais das Comissões Nacional e Estadual da Verdade, para evitar homenagens a agentes ou defensores do regime autoritário.
“O que estamos dizendo é simples e constitucional: não é aceitável que o poder público celebre quem atentou contra a liberdade e os direitos do povo. Essa lei honra a memória de quem resistiu à ditadura e reafirma os valores democráticos inscritos na Constituição de 1988”, destacou o deputado.
GOLPE COMO REFERÊNCIA
A legislação tem como referência o golpe de 1º de abril de 1964, que destituiu o presidente João Goulart e inaugurou um regime de exceção que durou 21 anos. O período foi marcado por graves violações de direitos humanos, como prisões políticas, perseguições, censura, restrições às liberdades civis e mortes de opositores.
Para Robinson Almeida, a lei também cumpre um papel pedagógico e institucional. “A Bahia agora tem uma legislação que impede atos administrativos que promovam ou homenageiem a ditadura militar, algo que afronta diretamente a Constituição e os valores democráticos que custaram caro ao povo baiano e brasileiro”, pontuou.
O parlamentar ressaltou ainda que outros estados já adotaram medidas semelhantes, a exemplo de Pernambuco, que aprovou legislação com o mesmo objetivo em 2019. Segundo ele, a sanção coloca a Bahia “na vanguarda das políticas de preservação da memória, da verdade histórica, da promoção dos direitos humanos e da defesa intransigente da democracia”.
O deputado Ricardo Rodrigues (PSD) aplaudiu o ator baiano Wagner Moura, o diretor Kleber Mendonça Filho e a produção do filme O Agente Secreto, “em reconhecimento à conquista histórica do Brasil ao vencer dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro”.
Na indicação, registrada na ata dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o parlamentar destacou que “a vitória não apenas evidencia a excelência da produção cinematográfica brasileira, como também fortalece a identidade cultural do país, inspira novas gerações de artistas e promove o Brasil no cenário internacional”.
De acordo com Ricardo Rodrigues, O Agente Secreto, vencedor dos prêmios de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura, “representa um marco importante para a produção artística e cinematográfica brasileira”.
Conforme ressaltou no documento, “a obra, inspirada em fatos reais, aborda temas como resistência, identidade e luta contra a opressão, refletindo a visão crítica e criativa do diretor Kleber Mendonça Filho sobre a história do Brasil”.
Cortejo Afro, Grupo Ofá e “Vem Dançar Verão” movimentam as vias do Pelô, nesta segunda-feira (12)
Foto: Divulgação
O Pelourinho recebe, nesta segunda-feira (12), uma programação diversa que conjuntamente ressalta a riqueza do samba como matriz cultural, expressa em distintas vertentes musicais. Sob o comando de Acotirene Lopes, o projeto “Vem Dançar Verão”, desenvolvido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acontece no Largo Tereza Batista, às 18h30, e leva ao público aulas gratuitas de samba de roda. Na programação musical, o Grupo Ofá apresenta o samba de terreiro no Largo Pedro Archanjo, às 20h; já na Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, o Cortejo Afro, com a sua batida ancestral e contemporâneas, realiza mais um ensaio de verão, a partir das 21h.
Originário do Terreiro do Gantois e composto por Irma Ferreira, Luciana Baraúna, Yomar Asogbà e Iuri Passos, o Grupo Ofá leva ao palco do Largo Pedro Archanjo um legado da cultura de matriz afro-brasileira, por meio da música e dos cânticos sagrados do Candomblé. O repertório articula orikis, composições autorais e sucessos da Música Popular Brasileira (MPB).
Já no Largo Tereza Batista, o projeto “Vem Dançar Verão”, da Funceb, será conduzido pela professora Acotirene Lopes, com uma aula aberta de samba de roda, que promove um diálogo entre matrizes culturais indígenas, africanas e ibéricas, prometendo colocar todo mundo em movimento.
Afrocidade – Além disso, o Pelô recebe o Cortejo Afro que tradicionalmente realiza, às segundas-feiras, seu ensaio de verão e, nesta noite, traz como convidada a banda Afrocidade. O repertório contempla sucessos como “Ageumbó”, “Meu Barco Vai” e “Eu Sou Preto”, além de releituras do cancioneiro popular brasileiro, com uma base percussiva acentuada. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Meu Bilhete.
A programação de verão do Pelô segue até as vésperas do Carnaval, integrando o projeto “Verão na Bahia. Um Estado de Alegria”, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult-BA). PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA SEGUNDA-FEIRA (12/1): Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba Atração: Cortejo Afro Convidado: Afrocidade 21h R$ 160 (Inteira) e R$ 80 (Meia) – Ingressos no Meu Bilhete Largo Tereza Batista Atração: Vem Dançar Verão Aulão de dança – Samba de Roda. Com a professora Acotirene Lopes. 18h Gratuito Largo Pedro Archanjo Atração: Grupo Ofá 20h Gratuito
Procon-BA inicia ‘Operação Volta às Aulas 2026’ com foco na fiscalização em escolas, livrarias e papelarias
A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), unidade vinculada à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), deflagrou nesta segunda-feira (12), a “Operação Volta às Aulas 2026”. A ação tem como objetivo assegurar os direitos dos pais, mães, responsáveis e alunos, durante o período de maior movimentação no comércio de material escolar. As equipes de fiscalização vistoriam instituições de ensino e estabelecimentos que comercializam materiais escolares, como livrarias e papelarias, para verificar e orientar sobre boas práticas de consumo nesse segmento.
Na operação, são verificadas a adequação da lista de materiais escolares, a exibição dos preços nos produtos, a disponibilidade da versão impressa do Código de Defesa do Consumidor nos estabelecimentos e o cumprimento da oferta anunciada, vendas casadas e prazos de validade dos produtos. As unidades de ensino também são fiscalizadas. “Com o retorno das aulas, os consumidores precisam ficar atentos no momento da compra de materiais escolares. A operação visa garantir a harmonia do mercado de consumo e trazer segurança ao consumidor nesse período”, afirma o superintendente do Procon-BA, Tiago Venâncio.
Alerta sobre a lista de material O Procon reforça que as diretrizes para 2026 exigem o cumprimento da Lei Estadual nº 6.586/94, que dispõe sobre material escolar. Os consumidores devem ficar atentos aos itens solicitados e seguir algumas orientações dos órgãos de defesa do consumidor.
Itens permitidos por lei Os itens permitidos são todos aqueles que venham a ser utilizados para fins pedagógicos. É muito importante que, juntamente com a lista de material escolar, os estabelecimentos de ensino disponibilizem também o plano de execução didático pedagógico, detalhando de forma clara a finalidade e a quantidade de cada material solicitado e quando será utilizado.
A exigência de materiais de uso coletivo, materiais destinados a limpeza e de uso administrativo da escola NÃO devem constar na lista, sob pena de punição do fornecedor. As escolas não podem exigir que os materiais solicitados sejam entregues em um único período, podendo a entrega ser fracionada conforme o semestre ou o período em que será utilizado.
Exclusividade de marcas A escola não pode sob qualquer pretexto, indicar preferência por marca ou modelo de qualquer item do material escolar.
Sanções pedagógicas É vedada a aplicação de penalidades pedagógicas por motivo de inadimplência.
Livros e fardamentos A Lei Estadual nº 6.586/1994 estabelece que os livros didáticos só poderão ser substituídos em um período mínimo de quatro anos. Dessa forma, a unidade escolar não pode trocar o livro didático adotado em intervalo inferior a quatro (4) anos. Quanto aos fardamentos, há um prazo estabelecido para que a escola mantenha o uniforme dos alunos, não podendo o modelo ser alterado em intervalo inferior a cinco (5) anos.
Canais de denúncia Os consumidores que se sentirem lesados ou, de alguma forma, ludibriados podem realizar denúncias por meio do e-mail: [email protected] ou através da plataforma ba.gov.br.
Atendimento virtual e agendamento: utilize o portal ba.gov.br ou o aplicativo ba.gov.br (antigo SAC Digital) para agendar atendimentos presenciais ou por videochamada.