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Em uma sessão especial marcada por emoção e elogios à condução ambiental do Estado, a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu nesta segunda-feira (1º) a Comenda 2 de Julho ao secretário de Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins. A honraria, a mais alta concedida pelo Parlamento baiano, foi proposta pelo deputado Euclides Fernandes (PT) e aprovada por unanimidade, em votação secreta.
Sodré recebeu a comenda diante de um plenário lotado, que reuniu parlamentares, gestores públicos, membros do Judiciário e figuras centrais da política baiana, entre elas os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD), o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) e o procurador-geral do Ministério Público da Bahia, Pedro Maia, dentre outros.
A sessão, conduzida pela deputada Ivana Bastos, presidente da Assembleia Legislativa, tornou-se um ato carregado de simbolismo político, lembranças pessoais e afirmação institucional da importância da pauta ambiental no Estado. Ao abrir os trabalhos, Ivana destacou tanto a gestão quanto a história pessoal do homenageado.
“Estamos reunidos para reconhecer uma trajetória que honra o serviço público da Bahia”, afirmou a chefe do Legislativo baiano. “A Comenda 2 de Julho demonstra o respeito deste Parlamento por quem dedica sua vida a uma área que exige conhecimento, equilíbrio e responsabilidade: o meio ambiente”.
Ela destacou que a defesa ambiental é uma missão que ultrapassa governos. “Trabalhar pela preservação ambiental é assumir um compromisso diário com o futuro das nossas comunidades e das próximas gerações”.
‘PORTAS ENCANTADAS’
A presidente também trouxe ao discurso um momento íntimo de Eduardo Sodré: um livro herdado da avó, com dedicatória manuscrita, que continha um poema sobre “portas encantadas”. “A vida também lhe ofereceu portas encantadas. E Eduardo soube abri-las. Portas para o Direito Ambiental, para a docência, para a OAB e, hoje, para a condução de uma das pastas mais importantes do governo”.
Ivana citou ainda uma fala marcante de Sodré sobre seus filhos, Eva e Francisco, que estiveram presentes na homenagem da ALBA. “Ele disse: ‘Eu quero deixar um legado para que minha filha, meu filho, tenham isso em mente, de que a gente trabalhou para o melhor.’ Essas palavras revelam o sentido mais bonito do serviço público”.
Autor da homenagem, Euclides Fernandes destacou que a Comenda 2 de Julho é uma distinção reservada a quem honra o Estado. “Estamos aqui reunidos para entregar, com alegria e profundo reconhecimento, a Comenda 2 de Julho ao senhor Eduardo Mendonça Sodré Martins, um baiano de alma e convicção, cuja trajetória demonstra uma defesa incansável a favor do meio ambiente, da sustentabilidade e do futuro das próximas gerações”, afirmou.
Euclides contou que a escolha pelo nome de Sodré não encontrou resistência entre os parlamentares. “O projeto de resolução que propusemos foi aprovado, em votação secreta, por unanimidade, por todos os parlamentares desta Casa. Isso demonstra o respeito, a admiração e a confiança no trabalho do homenageado à frente das questões ambientais da Bahia”.
Ao longo de seu discurso, Euclides enfatizou ainda o caráter técnico e inovador da gestão ambiental comandada por Sodré. “Nos últimos três anos, sua liderança firme, técnica e sensível impulsionou políticas públicas que promovem a harmonia entre desenvolvimento econômico, preservação ambiental e segurança jurídica”.
O deputado citou ainda programas implementados pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), como o Ecofolia Solidária, o Carnaval Sustentável, o Planta Bahia, o Bahia Sem Fogo e o projeto internacional Prot’Air – Turismo Sustentável e Áreas Protegidas França–Bahia, classificando-os como “resultados concretos de uma gestão marcada por inovação e estratégia”.
COMPROMISSO
Ao agradecer a homenagem, o secretário Eduardo Sodré fez um discurso de memória, política e compromisso ambiental e falou sobre o impacto do momento: “É com o coração cheio de emoção genuína e um profundo sentimento de gratidão que entro hoje neste plenário”.
Para ele, a honraria simboliza mais do que reconhecimento técnico. “Receber a Comenda 2 de Julho não é apenas uma honra pessoal. É o reconhecimento de um projeto coletivo, de uma caminhada que transformou a Bahia e que está intrinsecamente ligada à reconstrução do Brasil empreendida pelo presidente Lula.”
Sodré recordou a primeira vez em que entrou na ALBA: a posse de seu padrasto, Jaques Wagner, como governador, em 1º de janeiro de 2007. “Naquele momento, um vento novo soprava na Bahia: um vento de esperança, de união e de liberdade”. E acrescentou: “Nossa maior independência hoje é a consolidação de uma democracia forte, justa e participativa”.
Ao relembrar a conversa que teve com o governador Jerônimo Rodrigues antes de assumir o cargo, ele revelou os três compromissos feitos: melhorar a imagem do sistema ambiental; buscar recursos fora do orçamento; e lutar pela valorização dos servidores. “Posso afirmar que, quase três anos depois, fechamos o ano com 100% das metas cumpridas”.
Sodré detalhou ações estruturantes da pasta, destacando “mais de 200 milhões do decreto de conversão de multas destinados a projetos socioambientais efetivos”, “o Centro Estadual de Triagem de Animais Silvestres, em Barreiras” e “a requalificação do Parque do Abaeté e do Parque Zoobotânico da Bahia”.
Em outro trecho, ele lançou uma reflexão sobre o falso dilema entre economia e meio ambiente. “A Bahia não precisa escolher entre prosperar economicamente ou proteger sua natureza. Pode — e deve — fazer ambos. Não é sobre ‘ou’. É sobre ‘e’”.
Sodré finalizou reafirmando o caráter renovador da honraria. “A Comenda 2 de Julho não é um ponto final. É um incentivo para continuar a caminhada.” A homenagem ao secretário foi acompanhada pelos meninos do Projeto Protetor Mirim Ambiental, Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) e dezenas de servidores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
Também marcaram presença no evento os secretários estaduais Bruno Monteiro (Cultura), Manoel Vitório (Fazenda), Roberta Santana (Saúde), Marcius Gomes (Ciência e Tecnologia), Jusmari Oliveira (Desenvolvimento Urbano), o diretor-geral do Inema, Eduardo Topázio, a desembargadora Maria de Lourdes Pinho Medauar, a procuradora-geral do Estado, Bárbara Camardelli, o presidente da UPB, Wilson Cardoso, além de deputados e autoridades em geral.
Câmaras setoriais discutem perspectivas para a produção baiana do sisal e cacau na Bahia em 2026
Foto: Mateus Pereira- Ascom/Seagri
As perspectivas para a produção do sisal e do cacau na Bahia em 2026 foram tema das reuniões das Câmaras Setoriais destes setores, ocorridas na segunda-feira (1º), no Auditório 1 do Pavilhão do Governo na Fenagro 2025, no Parque de Exposições. Dentre as principais ações apontadas para o próximo ano estão a implantação de uma unidade-piloto da usina central de desfibramento do sisal e a criação de um fundo para apoio à produção de cacau, principalmente para o enfrentamento a pragas, como a monilíase.
O titular da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Pablo Barrozo, ressaltou que as Câmaras Setoriais são um importante instrumento para construir, de forma coletiva, políticas públicas que visem a impulsionamento da produção agropecuária na Bahia. “É preciso que os membros sejam atuantes para que as Câmaras funcionem, e a Seagri está aqui para apoiar e ajudar nessa missão”, disse.
Na reunião sobre o setor sisaleiro, a primeira usina central de desfibrilamento do sisal, que poderá ser implantada na região de Conceição do Coité, deverá ajudar na organização trabalhista, armazenamento e reaproveitamento dos resíduos. Além disso, para 2026, também estão previstas visitas e reuniões com órgãos públicos e com o Poder Legislativo, construção de um projeto para 100% de aproveitamento da planta – hoje, apenas 4% é utilizado pela indústria, e enfrentamento a pragas, como a chamada “podridão vermelha”.
O presidente da Câmara Setorial do Sisal, Rafael Mota, ressalta que o momento é muito importante para discutir e trabalhar encaminhamentos ligados à cadeia produtiva que envolve mais de 800 mil empregos de forma direta e indireta, em cerca de 35 municípios no semiárido baiano. Para ele, a reativação da Câmara Setorial é uma ação estratégica que conseguiu reunir pessoas que possam contribuir de forma significativa para o setor.
“Essa é uma cadeia belíssima, que ajuda no desenvolvimento do território e das pessoas que dependem dela. O sisal é um produto cuja maior parte da produção é para exportação, e o mercado quer uma fibra longa, macia e clara. Então trabalhamos para a melhoria do produto e, também, resolver gargalos como o transporte e a precificação”, completou.
Desafios para produção do cacau
Na reunião da Câmara Setorial do Cacau, que contou com a presença do presidente da Bahiater, Lanns Almeida, um dos principais pontos discutidos pelos membros foi o enfrentamento às doenças provocadas por fungos, um problema bastante comum em ambientes úmidos, como a região amazônica e a Mata Atlântica. Também foi ressaltada a necessidade de criação de um fundo para apoio à produção cacaueira, com a proposta de que os recursos sejam voltados principalmente para a pesquisa.
O presidente da Câmara Setorial do Cacau, Fausto Pinheiro, ressalta que a cadeia do cacau é uma das mais antigas do estado, com cerca de 250 anos – atualmente, a Bahia detém 65% da produção nacional do fruto. “A gente tem que fortalecer ainda mais essa produção, pensando que o produtor precisa aprender a agregar valor para vender melhor o fruto. Temos que continuar com a política do chocolate, de organização de armazém para vender volumes com preços mais atrativos, melhorar ainda mais a qualidade dos grãos. E a Câmara é importante para que possamos fazer essa discussão, ouvindo as demandas e adequando as soluções em prol do cacau”, avaliou.
Próximas reuniões
Coordenadas pela Seagri, as Câmaras Setoriais da Agricultura têm reuniões realizadas de forma híbrida (presencial e on-line) e contam com a presença de representantes das esferas pública, privada e da sociedade civil. Nesta terça-feira (3), acontecem os encontros das Câmaras do Dendê, das 9h às 12h, e da Citricultura, das 14h às 17h.
Divulgados os finalistas do Festival Anual da Canção Estudantil 2025
Foto: Carol Garrido
O Festival Anual da Canção Estudantil (FACE) de 2025 já tem seus finalistas. Após uma série de etapas territoriais, uma comissão de jurados técnicos se reuniu, na segunda-feira (01), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), para selecionar as composições que participarão da final no Encontro Estudantil da Bahia, entre 9 e 11 de dezembro, na Arena Fonte Nova, em Salvador.
A comissão, composta pelos professores de música Emilie Lapa, Ivan Bastos, Alexandre Vieira e Eric Barreto e pela atriz, compositora e educadora Natalyne Santos, avaliou 27 canções, uma de cada Núcleo Territorial de Educação (NTE), e, utilizando critérios como letra, melodia e relação da música com a história, cultura e realidade dos territórios por elas representados, definiu as 13 finalistas.
Neste ano de 2025, o festival teve 1.249 canções inscritas. Desse total, foram pré-selecionadas 27 músicas, uma por NTE, que foram submetidas ao grupo de jurados para definição das finalistas. As canções selecionadas serão apresentadas durante o Encontro Estudantil 2025 e três serão premiadas.
“O FACE 2025 está vindo com grandes produções. Acompanhamos a seleção das canções com os jurados técnicos e ficamos muito impressionados com a qualidade com que os territórios vêm produzindo suas canções. A cada ano eles estão melhorando, e 2025 não foi diferente”, destacou a coordenadora de Arte e Cultura da rede estadual de educação, Djenani Santos. “Temos representatividades muito bacanas que irão para o encontro estudantil e que vão fazer o público vibrar, porque tem muita coisa boa, estudantes com performances incríveis. Será o melhor festival dos últimos tempos”, completou.
“Este festival é muito importante, porque ele aponta oportunidades, abre portas para estes jovens de escolas públicas e potencializa um lugar de visibilidade para estes estudantes, que são muito talentosos e imersos em um contexto criativo. Acredito que o FACE possibilita o despertar, o mostrar, o revelar destes meninos e meninas. Podem esperar as melhores composições. As músicas estão muito potentes em vários sentidos, criativas, com riqueza melódica, engajamento, letramento racial, trazendo muitas potencialidades. Fiquei muito feliz com o que eu vi”, contou a compositora, Natalyne Santos.
“É uma proposta muito importante no que diz respeito ao incentivo à produção cultural no setor da música. Penso que este tipo de iniciativa proporciona um ambiente muito saudável e importante para estimular estes jovens a desenvolverem este lado artístico através da poesia, do desenvolvimento técnico dentro da música e explorando temáticas muito potentes. A edição de 2025 está muito rica. A qualidade das canções, das poesias, as produções, a forma como foram gravadas, muita criatividade, inventividade, enfim, tudo muito bem feito”, afirmou o professor de música, Alexandre Vieira.
O Festival Anual da Canção Estudantil (Face) é uma iniciativa pedagógica para implementação de políticas culturais com a juventude estudantil no campo da arte musical desenvolvida pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) desde 2007, promovendo o desenvolvimento do ensino da música e o estímulo à criação musical nos contextos escolares da rede estadual.
Por meio deste projeto, os estudantes têm a oportunidade de revelar o talento para a música, criando composições que rompem os muros das escolas e podem ser divulgados para todo o estado. O objetivo é valorizar a cultura, desenvolver a autoestima e mostrar o potencial dos estudantes.
Conheças as finalistas:
Monstros à solta
Colégio: Colégio Estadual Dulcina Cruz Lima
Estudante: Emanully Victória da Silva
77,15,32
Colégio: Colégio Estadual Doutor Eliel da Silva Martins
Estudante: João Pedro Sales
Terra do esquecidos
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Castro Alves
Estudante: Angelo Gabriel da Silva
Do Sertão Maria Bonita e Flor de Mandacaru
Colégio: Colégio Estadual São Sebastião
Estudante: Leticia Santos de Jesus e Sthafany Trindade Ribeiro
Preservar é preciso
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Felipe Cassiano
Estudante: Lucas Santiago Silva e Elionae de Jesus Resutti
Pra domingo eu te encontrar
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Santa Cruz
Estudante: Maria Clara Costa Pereira
Dois de Julho em chamas
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Alfredo Dutra
Estudante: Caio Santana dos Santos
Porto Seguro
Colégio: Colégio Estadual Antônio Rodrigues Viana
Estudante: Maria Isabele Correia de Oliveira
Coração das margens
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Monsenhor Turibio Vilanova
Estudante: Júlia Maria Vieira Nogueira e Jade Nogueira
Efêmero dia
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Roberto Santos
Estudante: Aykon Damasceno Santana e Victor Gabriel Nunes de Oliveira
De Angola pro Brasil
Colégio: Colégio Estadual do Campo de Mutãs
Estudante: Edivaldo do Nascimento Carvalho
Eu sou
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Carolina Maria de Jesus
Estudante: Kaio Oliveira de Jesus
Meu Brasil, meu Sertão
Colégio: Colégio Estadual de Tempo Integral Nelson Maia
Marisqueiras e pescadoras de Salvador, Cachoeira, Camamu e Sobradinho receberam, na manhã desta segunda-feira (1º), no Auditório Jornalista Jorge Calmon da Assembleia Legislativa, certificados de participação no projeto Elas à Frente da Pesca, realizado pela Bahia Pesca em parceria com a Secretária de Políticas para as Mulheres (SPM).
Ao todo, 135 mulheres foram certificadas no evento, que foi aberto com uma apresentação da banda feminina Pipoca com Coco e contou com a presença da secretária de políticas para as mulheres, Neusa Cadore, deputada licenciada da ALBA, e do presidente da Bahia Pesca, Daniel Victória. As duas instituições são parceiras, desde 2023, na realização do projeto, que tem por objetivo valorizar, empoderar e promover a inclusão socioprodutiva de mulheres que vivem da pesca e da mariscagem.
Neusa Cadore destacou a missão da SPM de articular parcerias com outras secretarias para a realização de políticas para mulheres e disse que um dos eixos da pasta é a autonomia econômica e a inclusão socioprodutiva das mulheres. “Hoje, a gente está vivendo a culminância de um convênio que acontece graças à Bahia Pesca. Eles fazem a capacitação na perspectiva do empreendedorismo, no que diz respeito ao beneficiamento da produção e à gestão da pesca, e nós entramos com a parte de formação, que foca o empoderamento feminino, o reconhecimento das violências que as mulheres sofrem, a importância da autonomia das mulheres”, explicou a secretária. Segundo ela, o projeto Elas à Frente da Pesca fortalece as mulheres, “para que, além da sua autonomia econômica, também conquistem mais autonomia emocional, mais capacidade de enfrentar seus desafios e de fortalecer suas organizações”.
Simone traz nova turnê à Concha Acústica do TCA, no Festival de Música Educadora FM
Foto: Divulgação
Depois de celebrar cinco décadas de carreira com a turnê “Tô Voltando”, sucesso absoluto que revisitou a discografia da cantora em mais de 40 shows pelo Brasil, Simone apresenta ao público de Salvador a turnê que leva o seu nome no título. O show acontece dia 07 de dezembro na Concha Acústica, às 19h, com ingressos à venda no https://bileto.sympla.com.br/event/111615/d/342544/s/2324256. Reconhecida como uma das vozes mais importantes da Música Popular Brasileira, o show marca a homenagem que ela recebe no 23º Festival de Música da Rádio Educadora FM.
Vivendo um momento especial em sua carreira, Simone apresenta um repertório escolhido a dedo. A cantora reúne canções mais recentes, algumas surpresas, e clássicos que não podem ficar de fora, acompanhada por uma nova geração de músicos. A cantora, compositora e instrumentista Ana Costa assina a direção artística do show e se junta à banda, tocando violão e cavaquinho. A direção geral é da própria Simone.
O novo roteiro da turnê “Simone” reúne músicas imortalizadas na voz da cantora, incluindo sucessos que marcam diferentes fases de sua trajetória. Estão no repertório atual canções como “Coisa Feita” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio), “Para Lennon e McCartney” (Lô Borges, Márcio Borges e Fernando Brant), “Encontros e Despedidas” (Milton Nascimento e Fernando Brant), “Alma” (Sueli Costa e Abel Silva), “Jura Secreta” (Sueli Costa e Abel Silva), “O Que Será” (Chico Buarque), “Começaria Tudo Outra Vez” (Gonzaguinha), “Começar de Novo” (Ivan Lins e Vitor Martins), “Sob Medida” (Chico Buarque), “Iolanda” (Pablo Milanés e Chico Buarque), “Paixão” (Kleiton Ramil e Kledir Ramil), “Separação” (Renato Teixeira), “Gente Aberta” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Desesperar Jamais” (Ivan Lins e Vitor Martins), “Canta Canta Minha Gente” (Martinho da Vila), “Ive Brussel” (Jorge Ben Jor), “Nada Será Como Antes” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), “Tô Que Tô” (Kleiton Ramil e Kledir Ramil), “Ex-Amor” (Martinho da Vila), “O Amanhã” (João Sérgio), entre outros.
A banda responsável pelos novos arranjos é formada por Ana Costa no violão e cavaquinho, Filipe Coimbra na guitarra, Fábio Sá no baixo, Chico Lira nos teclados, Vitor Cabral na bateria e André Siqueira na percussão. A direção artística é de Ana Costa, com direção visual de Adriana Jorge. O cenário foi criado por Zé Carratu, e o projeto de luz, assim como a iluminação, ficaram a cargo de Julien Katona. A direção geral é de Simone Bittencourt de Oliveira.
Sobre Simone
Nascida em Salvador, Simone estreou como cantora profissional em 1973. De lá para cá, gravou 31 álbuns de estúdio e sete ao vivo. Teve quase 50 canções em trilhas de novelas e incontáveis hits em listas das mais tocadas no país, além de sucesso internacional, reconhecimento que foi celebrado no Latin Grammy 2023, onde ganhou o Prêmio à Excelência Musical. Durante os mais de 52 anos de carreira, lotou estádios, teatros e arenas, além de viajar o mundo em turnês elogiadas. Em sua trajetória musical, deu vida a joias escritas por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Sueli Costa, João Bosco, Martinho da Vila, Gonzaguinha e Chico Buarque, entre tantos outros, cujas primeiras versões ganharam o Brasil por meio da voz de Simone. Recentemente, encerrou a turnê “Tô Voltando”, em comemoração aos 50 anos de carreira. Com mais de 40 shows pelo Brasil, Simone cantou grandes sucessos e recebeu seu fiel público nessa festa. O registro “Simone 50 (Ao vivo)” traz 20 faixas, produzidas por Marcus Preto.
Sobre o Festival
Este ano o Festival recebeu 710 inscrições que concorrem à maior premiação de um festival de músicas inéditas do Brasil. Ao todo serão distribuídos R$408 mil aos 50 premiados. A melhor música com letra e a melhor música instrumental receberão prêmios de R$20 mil. O melhor arranjo de música com letra e o melhor arranjo de música instrumental, o melhor intérprete vocal e o melhor intérprete instrumental receberão R$12 mil, e os demais 44 fonogramas finalistas serão premiados com R$6 mil cada. As 50 músicas finalistas ainda passam a tocar na programação da rádio.
O público também vai escolher dois prêmios na categoria “Música Mais Votada Pelos Ouvintes”: Música com Letra e Música Instrumental, que este ano também receberão uma premiação adicional em dinheiro totalizando R$10 mil cada.
Outra novidade este ano é uma categoria voltada para estudantes das escolas públicas estaduais da Bahia. Aos jovens talentos estudantis serão concedidos três prêmios: R$10 mil para o primeiro lugar, R$8 mil para o segundo lugar, e um prêmio de R$6 mil para o terceiro lugar. As músicas premiadas na categoria estudantil também serão tocadas na programação da Rádio Educadora FM.
Além da premiação voltada a profissionais e estudantes, as escolas também serão beneficiadas com uma premiação em dinheiro concedida pela Secretaria de Educação do Estado para investimentos em ações relacionadas ao ensino da música.
A Comissão Julgadora desta edição do festival é composta pelos músicos Sarajane, Josyara, Neila Kadhí, Yacoce Simões e Beto Jamaica, que serão responsáveis pela análise das composições.
Desde 2016, o Festival homenageia artistas consagrados na cerimônia de premiação. Entre os homenageados das edições anteriores estão Tom Zé (2016), Elza Soares (2017), Caetano Veloso (2018), Gilberto Gil (2019), Mateus Aleluia (2020), Maria Bethânia (2021), Gal Costa (2022) e Nelson Rufino (2023) e Novos Baianos (2024). O Festival de Música Educadora FM tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal.