Dia da Mulher: estudantes e professores do Colégio Estadual Indígena Coroa Vermelha promovem ações contra violência de gênero

Dia da Mulher: estudantes e professores do Colégio Estadual Indígena Coroa Vermelha promovem ações contra violência de gênero Foto: Divulgação As ações do Março Mulher 2026, organizadas pela Secretaria da Educação do Estado (SEC), mobilizam estudantes e professores em todo o território baiano. Nesta sexta-feira (6), o Colégio Estadual Indígena Coroa Vermelha, no município de … Leia Mais




Soane Galvão defende instalação de companhia da PM em Itabela

Em indicação apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a deputada Soane Galvão (PSB) pediu ao governador Jerônimo Rodrigues que estude a possibilidade de instalar uma Companhia Independente da Polícia Militar, além da aquisição de viaturas e armamentos para o município de Itabela. No documento, ela argumentou que o pedido visa assegurar o acesso da … Leia Mais


Ivana propõe lei para endurecer combate ao assédio moral no serviço público



O enfrentamento ao assédio moral no serviço público pode ganhar novas regras na Bahia. A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos (PSD), apresentou projeto de lei na Casa que estabelece critérios objetivos para caracterização da prática, amplia mecanismos de proteção às vítimas e prevê punições mais rigorosas para os responsáveis.

A proposta surge como resposta a um cenário considerado preocupante. Estimativas indicam que quase 92% dos casos de assédio não são formalmente reportados, muitas vezes por medo de retaliação ou pela ausência de punições efetivas.

Diferentemente das normas genéricas atuais, o novo texto apresenta uma definição normativa objetiva. O assédio moral passa a ser classificado como qualquer conduta reiterada que degrade as condições de trabalho, a autoestima ou a saúde do servidor.

Entre os pontos centrais da proposta destacam-se punições mais rigorosas, responsabilização da gestão, proteção ao denunciante e medidas de prevenção ativa. “A ausência de tipificação clara no Estatuto dos Servidores gera insegurança jurídica. Queremos substituir a cultura do silêncio por um ambiente de trabalho ético e saudável”, justifica a deputada Ivana Bastos no documento.

INSPIRAÇÃO EM MINAS

A iniciativa baiana se inspira nos avanços da chamada Lei Rafaela Drummond, de Minas Gerais, estado que endureceu as regras após o caso da escrivã de polícia que tirou a própria vida depois de relatar pressões e assédios no ambiente de trabalho.

Dados apresentados na justificativa do projeto apontam a fragilidade do sistema atual. Pesquisa nacional focada em servidores públicos mostrou que apenas 1,5% dos denunciados por assédio moral foram demitidos. Na Bahia, a nova lei pretende fechar brechas que permitem essa impunidade, com a atualização do regime disciplinar da Lei Estadual nº 6.677/1994.

O projeto segue agora para análise nas comissões temáticas da ALBA antes de ser levado ao plenário para votação. “Se aprovado, a Bahia se posiciona na vanguarda da gestão pública humanizada, tratando o assédio não apenas como falha administrativa, mas como problema de saúde pública e de eficiência institucional”, concluiu Ivana.


Reportagem: Joana Vitória 
Edição: Divo Araújo



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Antônio Henrique Júnior elogia Operação Carnaval/2026 da SSP



O deputado Antônio Henrique Júnior registrou, na Casa Legislativa da Bahia, uma moção de aplausos aos órgãos que compõem a estrutura da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP/BA) pelo planejamento, organização e execução da Operação Carnaval 2026. O parlamentar salientou que o espetáculo, reconhecido como a maior manifestação de cultura popular de massas do planeta, “impõe ao Estado um desafio logístico e tático ímpar, superado neste ano com excelência gerencial e inovação tecnológica”.
De acordo com o deputado, a Operação Carnaval 2026 representou um marco histórico de investimento em políticas de proteção social, mobilizando o montante financeiro recorde de 110 milhões de reais. Esse recurso, esclareceu Antônio Henrique, viabilizou o emprego direto de 37 mil profissionais das forças de segurança estaduais. Ele lembrou ainda que a rede de proteção não se restringiu à capital, onde atendeu aos circuitos oficiais e aos carnavais de bairro de Salvador, mas estendeu também uma sólida malha de segurança por outras 149 cidades baianas, garantindo a interiorização da paz pública.

O legislador citou que a SSP/BA demonstrou seu compromisso com a tropa ao instituir a 3ª edição do projeto “Prevenir é Agir – Venha na Paz!”, assegurando suporte em saúde física, mental e psicossocial para os agentes mobilizados na linha de frente. Ele explicou que a coordenação tática das ações operacionais ocorreu a partir do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), espaço de governança interinstitucional que reuniu 48 órgãos das esferas estadual, municipal e federal, operando de forma integrada com o Centro de Inteligência (CIISP). Para otimizar o tempo de resposta, foi instalado um Centro Avançado de Operações diretamente no circuito Dodô, permitindo a tomada de decisão em tempo real, com base em dados georreferenciados.

Antônio Henrique Júnior também elogiou a infraestrutura tecnológica da Operação Carnaval, que deu suporte a essa dinâmica, operando com 4.941 câmeras de videomonitoramento, 66 drones com capacidade de análise térmica e 7.089 terminais de comunicação fechada na rede segura LTE. O já consolidado Sistema de Reconhecimento Facial localizou e prendeu 73 foragidos da Justiça, mediante o processamento de imagens em 1.346 pontos de captura ótica, além de auxiliar na localização e resgate de pessoas desaparecidas.
Na moção, o deputado aplaudiu a atuação da Polícia Militar da Bahia (PMBA), que liderou o controle de acesso e a prevenção situacional, instalando 53 Portais de Abordagem com detectores de metal e 530 Postos Elevados de Observação. Essa estratégia de barreira profilática resultou na apreensão de mais de 7.500 objetos proibidos, como armas e materiais perfurocortantes, um acréscimo de 51% em relação à edição anterior. A Polícia Civil, por sua vez, reestruturou o atendimento judiciário para garantir o registro célere de ocorrências e a repressão qualificada. Além do reforço em 16 Delegacias Territoriais, a instituição inovou ao instalar Centrais Temporárias de Flagrante em bairros periféricos da capital, como Periperi e Nordeste de Amaralina.

No interior, os serviços de polícia judiciária foram mantidos ininterruptamente em mais de 40 municípios e 26 coordenadorias. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) potencializou sua atuação aliando ciência e acolhimento humanizado. A rede de seis postos operacionais contou com unidades especializadas compostas por equipes femininas para pronto atendimento e pericialização em casos de crimes contra a dignidade sexual. No campo da identificação civil e criminal, o DPT aplicou de forma inédita o software multibiométrico “Nimba Mobile” em bases descentralizadas.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBMBA) alocou 3.483 agentes na operação. Com um investimento de aproximadamente 1,9 milhão de reais em 48 estruturas provisórias (postos de comando e observação), a corporação atuou decisivamente nos atendimentos pré-hospitalares, resgates e nas rigorosas vistorias preventivas de trios elétricos e minitrios antes e durante os desfiles. Pelo terceiro ano consecutivo, a Bahia registrou zero mortes violentas nos perímetros oficiais da festa.

 A ostensividade do policiamento e a eficiência investigativa também reduziram as tentativas de homicídio em 28,6%. “A abrangência e o sucesso da Operação Carnaval 2026 reafirmam o comprometimento inabalável da SSP/BA com a segurança dos baianos e dos visitantes”, finalizou o deputado Antônio Henrique Júnior, solicitando que esta moção seja conhecida pelo governador Jerônimo Rodrigues; secretário da SSP, Marcelo Werner; coronel PM Antônio Carlos Silva Magalhães (Comandante Geral da Polícia Militar); coronel BM Aloísio Mascarenhas Fernandes (Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar); André Augusto de Mendonça Viana (Delegado Geral da Polícia Civil); e Osvaldo Silva (Diretor-Geral do Departamento de Polícia Técnica).



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‘De Olho na Segurança’: Segundo dia do workshop simula coberturas de alto risco e avalia práticas jornalísticas


‘De Olho na Segurança’: Segundo dia do workshop simula coberturas de alto risco e avalia práticas jornalísticas
‘De Olho na Segurança’: Segundo dia do workshop simula coberturas de alto risco e avalia práticas jornalísticas

Foto: Amanda Ercília/GOVBA

O segundo e último dia do workshop “De olho na segurança – O papel da mídia na cobertura segura das ações de segurança pública”, nesta sexta-feira (27), promoveu simulações controladas de ocorrências policiais complexas nas dependências da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), em Salvador. Os exercícios práticos incluíram cenários de patrulhamento em área conflagrada, preservação de local de crime, gerenciamento de crise com reféns, operações de busca e salvamento, além de cobertura de conflitos e manifestações urbanas.

A proposta ofereceu aos comunicadores uma experiência imersiva sobre a dinâmica real dessas ações, evidenciando riscos, procedimentos táticos e a importância do posicionamento estratégico da imprensa. “É um evento inovador,  histórico e emblemático, justamente por contar com a integração das forças de segurança”, declarou o delegado geral da Polícia Civil, André Viana.

As atividades também contaram com equipes operacionais da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Departamento de Polícia Técnica. Para o diretor da Academia de Polícia Civil da Bahia (Acadepol), Jackson Carvalho, o workshop representa um avanço na construção de uma cultura de responsabilidade compartilhada, em que segurança pública e comunicação caminham lado a lado.

“Em um cenário em que a velocidade da informação é cada vez maior, o debate sobre a atuação da mídia em operações policiais torna-se essencial. A iniciativa reforça que informar com precisão e responsabilidade também é uma forma de contribuir para a preservação de vidas e para o fortalecimento da democracia”, destacou.

Realização

O workshop foi realizado pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Acadepol, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Militar da Bahia, o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia e o Departamento de Polícia Técnica. O evento conta com apoio institucional da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), da Federação Nacional dos Jornalistas, (Fenaj) do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) e da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), além de parceria acadêmica com a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA).

Repórteres: Lucas Meneses e Pedro Felipe com supervisão de Joberth Melo/GOVBA


Governo da Bahia fortalece ações de segurança com entrega de equipamentos e viaturas; investimento supera R$ 8,3 milhões


Governo da Bahia fortalece ações de segurança com entrega de equipamentos e viaturas; investimento supera R$ 8,3 milhões
Governo da Bahia fortalece ações de segurança com entrega de equipamentos e viaturas; investimento supera R$ 8,3 milhões

Foto: Joá Souza/GOVBA

Com investimento contínuo no fortalecimento das forças de segurança, o Governo da Bahia ampliou a estrutura operacional das corporações com a entrega de novas viaturas, armamentos e equipamentos especializados. Os materiais foram entregues nesta quarta-feira (25) pelo governador em exercício, Geraldo Júnior, no Centro de Operações e Inteligência da Segurança Pública, em Salvador. O investimento, realizado por meio da Secretaria da Segurança Pública (SSP), ultrapassa R$8,3 milhões e vai beneficiar mais de 20 municípios baianos.

Os novos equipamentos foram destinados à Polícia Civil (PC), ao Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMB) e ao Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Geraldo Júnior destacou o modelo de integração da segurança pública desenvolvido em parceria com o Governo Federal e ressaltou a importância dos investimentos para potencializar a atuação das corporações. “A integração entre as forças policiais, aliada a investimentos e tecnologia, se traduz na entrega de viaturas, equipamentos para os bombeiros militares, drones para o Departamento de Polícia Técnica e coletes balísticos para a Polícia Civil. É esse trabalho que vamos continuar realizando pela Bahia”, afirmou.

A Polícia Civil foi contemplada com 200 fuzis e 70 coletes balísticos, reforçando sua atuação em 27 municípios. Para o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, o investimento representa a renovação dos meios necessários ao desenvolvimento das atividades das forças estaduais. O DPT recebeu 40 drones. Os novos equipamentos vão fortalecer as ações periciais e operacionais, garantindo mais precisão e agilidade no apoio às forças de segurança em todo o estado.

Segundo Werner, além da contratação de 8.500 profissionais nos últimos três anos, o Governo tem ampliado a frota e modernizado os equipamentos das corporações. “Realizamos entregas importantes, como as 120 viaturas disponibilizadas na quinta-feira de Carnaval, garantindo a continuidade das operações integradas entre a Polícia Civil e a Polícia Militar em todo o estado”, destacou.

O Governo do Estado destinou ao CBMB 25 viaturas, que vão atender 17 batalhões da capital e do interior. Além disso, foram entregues 701 equipamentos de mergulho e salvamento, distribuídos para oito municípios, ampliando a capacidade de resposta em ocorrências aquáticas e operações especiais.

O comandante-geral dos bombeiros, coronel Aloísio Mascarenhas, ressaltou a relevância dos novos recursos para a corporação. “As viaturas são equipadas com respiradores e podem ser utilizadas em operações durante chuvas e enchentes, assim como em incêndios florestais. Já os equipamentos de mergulho, com roupas e cilindros, complementam as aquisições do Governo e contribuem para uma resposta operacional mais ágil e eficiente à sociedade”, afirmou.

Repórter: Dandara Amorim/GOVBA


Professoras do CPM de Candeias participam do 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas, em Salvador


Professoras do CPM de Candeias participam do 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas, em Salvador
Professoras do CPM de Candeias participam do 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas, em Salvador

Foto: Divulgação/Ascom SEC

Educadoras do Colégio da Polícia Militar (CPM) Francisco Pedro de Oliveira, localizado no município de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), levam seus projetos desenvolvidos na unidade escolar ao 6º Congresso Internacional Mundos Indígenas (COIMI) – Abya Yala. Iniciada nesta quarta-feira (25), na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a edição 2026 do evento científico e cultural focado nos povos originários prossegue até sábado (28), com o tema central “Histórias, territorialidades e saberes indígenas”.

Marta Maria Gomes, professora de Língua Portuguesa, e Juliane do Rosário Melo, de Artes, apresentam, respectivamente, os projetos “As interfaces entre artes e literatura: um estudo lexicológico da expressão cultural indígena a partir de uma prática pedagógica interdisciplinar” e “Experiências decoloniais no ensino de artes e literatura: matrizes indígenas no Ensino Médio. Os trabalhos focam na relação com a natureza e sustentabilidade, buscando despertar a consciência crítica e o engajamento em defesa dos direitos e da cultura desses povos.

Os projetos das docentes trazem relatos de experiência vividas na Mostra Científica e Cultural 2025, do CPM de Candeias, “que teve como objetivo valorizar as manifestações artísticas e culturais desenvolvidas pelos estudantes, fortalecendo o vínculo entre educação e cultura, além de promover experiências voltadas ao repertório cultural dos participantes”, como explica a professora Juliane. Ela acrescenta que o tema da mostra (“Sustentabilidade”) foi alinhado à demanda da Secretaria de Educação do Estado (SEC) para a Jornada Pedagógica de 2025, cuja temática foi “Educação sustentável, inovadora e que cuida das aprendizagens”.

Participar desse congresso, afirma a educadora, é de “extrema importância” para os docentes da rede pública estadual, “por ser uma oportunidade para ampliarmos o alcance de práticas pedagógicas que reconhecem a diversidade cultural brasileira e a urgência de uma educação inclusiva e decolonial”. Isso porque o evento, destaca, “possibilita o diálogo entre educadores, pesquisadores e representantes de povos originários, fortalecendo a troca de saberes e impulsionando ações que defendem os direitos e a preservação das culturas indígenas, essenciais para construir um futuro mais justo e sustentável.

O COIMI, enfatiza a professora Juliane, traz propostas pedagógicas “que fazem um recorte sobre a questão indígena, estabelecendo diálogo entre docentes dos componentes curriculares Artes e Literatura e Movimentos Sociais na Bahia, no Ensino Médio”.

Fonte: Ascom/SEC