Pancadinha sugere capacitação de professores para atendimento educacional de crianças com TEA

O deputado Pancadinha (SD) encaminhou, através da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, uma indicação ao governador Jerônimo Rodrigues solicitando que determine à Secretaria da Educação do Estado da Bahia o fortalecimento e a institucionalização de Programa Estadual Permanente de Capacitação de Professores, voltado à formação continuada para o atendimento educacional de estudantes com Transtorno do … Leia Mais


MGB sedia encontro formativo do Programa Primeiro Emprego com destaque para o protagonismo feminino

MGB sedia encontro formativo do Programa Primeiro Emprego com destaque para o protagonismo feminino Fotos: Marcos Braga/Ascom SDE O Museu Geológico da Bahia (MGB) vai além da promoção das geociências. O equipamento cultural, administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (SDE), sediou, nesta segunda-feira (23), um encontro formativo com beneficiários do Programa … Leia Mais



Régis pede obras em Mucugê, Palmeiras, Boninal e Ibicoara

O deputado Sandro Régis (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa, indicação ao governador Jerônimo Rodrigues pedindo a realização de obras de implantação, recuperação e pavimentação de estradas nos municípios de Mucugê, Palmeiras, Boninal e Ibicoara, na região da Chapada Diamantina. “A presente indicação visa atender a uma demanda histórica da população da região da Chapada Diamantina, … Leia Mais


Seplan promove palestra sobre equidade de gênero na administração pública

Seplan promove palestra sobre equidade de gênero na administração pública Foto: Lucas Peixoto/Seplan Como parte das ações do mês da mulher, a Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan), por meio da Diretoria-Geral (DG), promoveu, nesta segunda-feira (23), no auditório da instituição, a palestra “Equidade de Gênero na Administração Pública”. A atividade contou com a participação da … Leia Mais


Sesab apresenta ações estratégicas de vigilância em saúde no Salão Cidades Empreendedoras do Sebrae 2026


Sesab apresenta ações estratégicas de vigilância em saúde no Salão Cidades Empreendedoras do Sebrae 2026
Sesab apresenta ações estratégicas de vigilância em saúde no Salão Cidades Empreendedoras do Sebrae 2026

Foto: Leonardo Rattes/Sesab

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde (Suvisa), participará do Salão Cidades Empreendedoras, promovido pelo Sebrae, entre quarta-feira (25) e sábado (28), no Centro de Convenções de Salvador. A participação tem como objetivo dar visibilidade às ações estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, fortalecendo a integração com gestores municipais, parceiros institucionais e a sociedade.

Durante o evento, a Sesab contará com um estande institucional, onde serão apresentadas iniciativas voltadas à promoção da saúde pública, à inovação em vigilância e ao fortalecimento das políticas públicas de saúde nos municípios baianos. A proposta é ampliar o diálogo com gestores e técnicos, promovendo troca de experiências e compartilhamento de soluções para os desafios contemporâneos da saúde.

Entre os destaques do estande estará a atuação da Coordenação de Vigilância em Saúde Ambiental, que abordará as estratégias do SUS na Bahia para adaptação do setor saúde frente às emergências climáticas. Serão apresentadas iniciativas, diretrizes e práticas voltadas à adaptação dos impactos das mudanças do clima na saúde da população, com foco na atuação integrada da vigilância.

Outro ponto de destaque será a apresentação do Sistema de Informação em Vigilância Sanitária do Estado da Bahia (SISVISA), conduzida pela Coordenação de Sistemas Informatizados de Vigilância em Saúde (COSIVS/SUVISA). A ferramenta será demonstrada como um importante instrumento de gestão, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância sanitária com maior agilidade e menos burocracia, além de oferecer suporte técnico e orientações sobre sua utilização.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP) também participará com o serviço Vacimóvel, promovendo atividades educativas e de sensibilização sobre a importância da vacinação. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e incentivar a adesão da população às campanhas vacinais, reforçando a prevenção de doenças.

A Coordenação de Gestão de Sistemas de Tecnologias de Informação e Comunicação na Saúde (CGTICS) integrará a programação, apresentando o ecossistema do AGHUse (Sistema de Gestão em Saúde). Técnicos da unidade detalharão algumas funcionalidades da ferramenta para a gestão hospitalar e as diretrizes para o processo de adesão ao AGHUse Municípios, iniciativa estratégica que visa a padronização do prontuário eletrônico e a modernização da gestão da rede municipal de saúde, promovendo integração de dados e eficiência assistencial em todo o território estadual.

Para garantir o atendimento ao público, a Sesab disponibilizará quatro técnicos por turno no estande, oferecendo suporte qualificado, esclarecimento de dúvidas e apresentação das ações desenvolvidas pelo órgão.

A participação da Sesab no Salão Cidades Empreendedoras reforça o compromisso institucional com a promoção da saúde, a inovação em vigilância e o fortalecimento das políticas públicas na Bahia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população.

Fonte: Ascom/Sesab


Cajazeiras XI recebe Centro de Economia Solidária para impulsionar geração de emprego e renda


Cajazeiras XI recebe Centro de Economia Solidária para impulsionar geração de emprego e renda
Cajazeiras XI recebe Centro de Economia Solidária para impulsionar geração de emprego e renda

Foto: Joá Souza/GOVBA

A terceira unidade do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) em Salvador e Região Metropolitana foi inaugurada nesta segunda-feira (23), no bairro de Cajazeiras XI, na capital. O novo espaço amplia o apoio a trabalhadores e empreendimentos coletivos e integra a política estadual de fortalecimento da economia solidária, com foco na geração de renda, inclusão socioprodutiva e desenvolvimento local. A unidade é vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).

O titular da Setre, Augusto Vasconcelos, destacou o papel estratégico da economia solidária no desenvolvimento das comunidades e ressaltou o Cesol como um ambiente de diálogo e qualificação dos empreendimentos. “Por exemplo, produtos alimentícios que chegam, a gente ajuda com a formação da tabela nutricional, com a criação de uma embalagem, com ajuda no e-commerce para que melhore a rede social, promovemos assim cursos de qualificação, de gestão financeira e aprimoramento das atividades”, explicou.

A expectativa é de que ao longo de três anos, 128 empreendimentos sejam atendidos pelo Centro Público com capacitação e suporte técnico, a partir de um investimento de R$ 3 milhões para o período, contemplando empreendedores de bairros como Cajazeiras, Itapuã, Ipitanga, Liberdade, São Caetano, Cabula, Tancredo Neves, Pau da Lima e Valéria.

Para a artesã Rita Capotira, integrante há quase dez anos do projeto Memória Viva de Itapuã — iniciativa voltada à valorização do artesanato e da culinária tradicionais da comunidade —, o Cesol representa o fortalecimento do trabalho coletivo e a ampliação de oportunidades. “A nossa expectativa é formar uma rede de apoio, ampliar conhecimentos dentro da comunidade e também nesse intercâmbio com outros grupos. O Cesol chega para nos fortalecer”, avaliou.

Com 24 unidades em funcionamento em toda a Bahia, o Cesol fortalece o associativismo e o cooperativismo, promovendo autonomia econômica e organização coletiva dos trabalhadores.

Jaudicéia Meneses e Josenilda Araújo, artesãs do projeto Costura dos Sonhos, são atendidas pelo Cesol desde o segundo semestre de 2025. Para elas, a parceria foi um divisor de águas no avanço do empreendimento. “Nós, mulheres da comunidade de Castelo Branco e Cajazeiras, saímos de casa para aprender coisas novas e a gente só tem a agradecer, pois é uma forma de promover o nosso produto”, descreveu Jaudicéia.

Repórter: Vagner Ferreira/GOVBA


Audiência na ALBA debate colapso hídrico e cobra controle sobre uso da água na Bahia



A Frente Parlamentar Mista Socioambientalista e em Defesa dos Territórios dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia, coordenada pelo deputado Marcelino Galo (PT), promoveu, na manhã desta segunda-feira (23), uma audiência pública na Assembleia Legislativa (ALBA) sobre o tema Mulheres das Águas e o Enfrentamento do Colapso Hídrico na Bahia. O evento foi realizado pela Associação dos Servidores de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Ascra), pelo Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente (Sindae) e pelo mandato de Galo, para fortalecer a mobilização em defesa da “justiça hídrica e socioambiental na Bahia”.

Marcelino Galo, que presidiu a reunião, lembrou que março é o mês em que se comemora o Dia Mundial da Água, data que provocou “intensa mobilização com os principais agentes envolvidos nesse processo” e levou o debate à sociedade. Para ele, o Legislativo “não poderia ficar de fora”. Por isso, acrescentou ele, a ALBA encerrou a mobilização do mês “com um debate mais científico, técnico, aprofundando justamente as questões que estão levando a esse colapso das águas do nosso Estado”.

A situação está crítica na Bahia, alertou Bete Wagner, assessora de Meio Ambiente da ALBA e coordenadora da Frente Parlamentar Mista Socioambientalista ao lado de Marcelino Galo. Segundo ela, o estado já está em colapso em algumas regiões, com mananciais sendo extintos, como pode ocorrer no aquífero subterrâneo de Urucuia, no Oeste baiano.

No semiárido baiano, que abrange 287 municípios (85,6% do território do estado), grande parte está em estado “desértico”, disse Bete, que aponta as mudanças climáticas e a concessão aleatória de outorgas d’água como os principais responsáveis pela situação. No oeste, o problema “é muito grave”, com as outorgas sendo utilizadas para acúmulo de água e formação de lagoas artificiais privadas.

RECURSOS HÍDRICOS

Esse fato é real, atestou Eduardo Topázio, diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que reconhece a necessidade de maior controle sobre o uso da água outorgada. Segundo ele, não há uma política estadual que controle ou fiscalize adequadamente os recursos hídricos subterrâneos, citando como exemplo a perfuração de poços. Nesse caso, o proprietário ou agricultor realiza teste de vazão e solicita a outorga. Com base no resultado, o Inema concede o uso, mas não tem como fiscalizar a veracidade dos dados nem a utilização da água. Assim, muitos agricultores têm armazenado água e criado reservatórios, como as lagoas no Oeste da Bahia.

Ele acrescentou que a água é um bem público, cabendo ao Estado limitar seu uso e excessos. Ocorre que o Inema “foi destruído” e a política de recursos hídricos “deixada de lado”. O instituto precisa de reconstrução, trabalho que o dirigente afirma conduzir desde que assumiu o órgão, que ainda carece de atualização tecnológica.

“O sistema é quase artesanal”, disse Topázio, que busca articulação com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) para ampliar a transparência nas outorgas d’água. Essa é a segunda causa apontada por Bete Wagner para a crise hídrica na Bahia. Ela cobra clareza nas concessões de uso da água para identificar os mananciais que estão sendo impactados.

Na região de Irecê, por exemplo, ela aponta que foi concedido licenciamento para uso de 1.500 hectares de caatinga arbórea em Uibaí. Quinhentos hectares já foram destruídos, e a situação tende a se agravar, com os bolsões de água ainda existentes na região sendo fortemente atingidos. Por isso, defende maior rigor na concessão de outorgas d’água, que não deve ser um ato cartorial, “mas, sim, de gestão ambiental”.

DIFICULDADES ESTRUTURAIS

Para que haja fiscalização e controle, é preciso mão de obra. Foi o que reivindicou a diretora da Ascra, Joana Nery. Segundo ela, há 14 anos não há concurso público para técnico especializado em meio ambiente e recursos hídricos, e o estado conta com apenas 230 servidores efetivos para atender 417 municípios.

Isso para realizar fiscalização, controle, funcionamento de conselhos gestores e comitês de bacias, concessão de outorgas, gestão de fauna, monitoramento da água e serviços de meteorologia. A Ascra reivindica também a finalização das negociações para a concessão da gratificação de fiscalização ambiental por riscos inerentes à atividade.

Para mediar essas questões é que a Assembleia Legislativa realiza esses debates, pontuou Marcelino Galo. “Nós estamos aqui para legislar, ouvir os técnicos, ouvir a produção científica, a academia, ouvir a sociedade e mediar. E o nosso papel fundamental, além de fiscalizar o governo, é produzir legislação ambiental”, concluiu.

A mesa dos trabalhos foi composta pelo deputado Marcelino Galo, pela vereadora Marta Rodrigues, por Margareth Maia, diretora da ONG Instituto Mãos da Terra (Imaterra), com participação online; Gesiani Santos, coordenadora da Rede de Mulheres de Comunidades Extrativistas Pesqueiras da Bahia (online); Renata Tupinambá, do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba); Eduardo Topázio, do Inema; Joana Nery, da Ascra; e Edmilson Barbosa, do Sindae.
Reportagem: Nice  Melo
Edição: Divo Araújo  



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SDE apresenta soluções para o desenvolvimento dos municípios no Salão Sebrae das Cidades Empreendedoras


SDE apresenta soluções para o desenvolvimento dos municípios no Salão Sebrae das Cidades Empreendedoras
SDE apresenta soluções para o desenvolvimento dos municípios no Salão Sebrae das Cidades Empreendedoras

Foto: Eduardo Andrade- Ascom/SDE

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) marcará presença no Salão Sebrae das Cidades Empreendedoras, que acontece entre os dias 25 e 28 de março, no Centro de Convenções de Salvador. A iniciativa é resultado de uma parceria estratégica com o Sebrae Bahia e a União dos Municípios da Bahia, com o objetivo de fortalecer a relação com os municípios baianos e promover um ambiente de troca de experiências e incentivo ao empreendedorismo.

De acordo com o secretário da pasta, Angelo Almeida, durante o evento, a SDE contará com um estande institucional onde apresentará serviços e orientações voltados ao desenvolvimento econômico local, com foco no fortalecimento dos municípios e no apoio a empreendedores e gestores públicos. “Com a participação no Salão, a SDE reforça seu compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável da Bahia, atuando de forma integrada com os municípios para impulsionar oportunidades, atrair investimentos e fortalecer o ambiente de negócios em todo o estado.”, afirma.

Um dos destaques do stand será a apresentação das vantagens da implantação da Sala do Empreendedor nos municípios. O espaço funciona como um ponto de apoio estratégico, promovendo a desburocratização e a agilidade no atendimento, além de centralizar serviços essenciais para empresários. A iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento dos pequenos negócios, estimula a formalização de empreendedores, amplia a arrecadação municipal e promove maior integração entre os órgãos públicos. Além disso, a Sala do Empreendedor impulsiona o desenvolvimento econômico local, favorece a geração de empregos, melhora o planejamento público com base em dados consolidados e amplia o acesso à capacitação e à inclusão produtiva.

A SDE também apresentará como atua no apoio a empresas e indústrias interessadas em se instalar na Bahia. O órgão é a porta de entrada para novos empreendimentos no estado, oferecendo suporte na avaliação de benefícios fiscais, na disponibilização de áreas industriais e no acompanhamento de todo o processo necessário para implantação e operação dos negócios.

Energias Renováveis e agroindústrias

Outro tema em destaque será o incentivo às energias renováveis, especialmente a energia solar. A Bahia tem se consolidado como referência nacional nesse setor, e a SDE orienta prefeituras interessadas em adotar soluções sustentáveis, contribuindo para a redução de custos e para a transição energética nos municípios.

O apoio à implantação de agroindústrias também integra a agenda da Secretaria no evento. A SDE oferece suporte técnico e orientação para estruturação desses empreendimentos, promovendo o melhor aproveitamento da produção agropecuária local, agregando valor aos produtos e fortalecendo a economia regional, além de contribuir para a segurança alimentar.


Estudantes do semiárido criam suplemento alimentar para gado à base de moringa


Estudantes do semiárido criam suplemento alimentar para gado à base de moringa
Estudantes do semiárido criam suplemento alimentar para gado à base de moringa

Foto: Divulgação

A estiagem que afeta o semiárido na maior parte do ano é um dos principais desafios para os criadores de gado dessa região, principalmente para pequenos produtores que enfrentam dificuldades com recursos financeiros para alimentar os seus rebanhos. Neste período em que a vegetação perde folhas e o capim seca, produtores precisam recorrer a rações externas ou até mesmo reduzir o tamanho dos rebanhos.

Esse problema estimulou os estudantes Lívia Lopes e Pedro Henrique, do Colégio Estadual de Tempo Integral de Igaporã, a buscarem uma solução alternativa para a alimentação bovina. Os jovens cientistas, orientados pelos professores Poliana Cardoso e Robson Costa, desenvolveram um suplemento alimentar à base de moringa (moringa oleifera).

“A ideia surgiu a partir da dificuldade de nutrição animal no semiárido baiano por parte de pequenos produtores que não têm fundos para aquisição de insumos industrializados. A moringa desponta como uma solução, pois é uma planta de fácil cultivo, baixo custo de produção e que se adapta muito bem a realidade do semiárido, além de ser rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas A e C”, explica Lívia.

Os jovens colocaram em prática todas as etapas de uma pesquisa científica, inclusive com observações em quatro fazendas da região. Nestas visitas, Lívia e Pedro descobriram que duas fazendas já utilizavam a moringa como parte da alimentação bovina, enquanto as outras duas adotavam alternativas tradicionais, como capim, palma e cana-de-açúcar.

“Constatamos que algumas fazendas locais utilizavam a moringa como suplementação alimentar para o gado, o que despertou nosso interesse em investigar essa prática. Nossa proposta busca utilizar uma matéria-prima acessível aos produtores rurais, o que pode reduzir custos e incentivar soluções mais sustentáveis na alimentação animal”, ressalta a estudante.

A alegria compartilhada pela dupla é endossada pela professora Poliana Cardoso. Ela faz questão de enfatizar a importância de inserir seus alunos na educação científica e empreendedora como forma de desenvolver o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de resolver problemas reais da sociedade.

“Principalmente em um território complexo como o nosso, o Território do Velho Chico, que precisa encontrar estratégias eficazes de convivência com a seca. Quando associada ao empreendedorismo, essa formação também estimula os estudantes a transformarem conhecimento em soluções inovadoras que podem beneficiar a comunidade”, afirma.

Destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, o projeto já tem os próximos passos definidos. Além de buscar parcerias para o desenvolvimento do produto, a equipe planeja aprofundar as análises nutricionais, realizar testes mais detalhados na alimentação bovina e aprimorar a formulação do suplemento.

Bahia Faz Ciência

Lançada pela Secti no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, em 8 de julho de 2019, a série de reportagens Bahia Faz Ciência apresenta como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação que contribuem para melhorar a qualidade de vida da população em áreas como saúde, educação e segurança. As matérias são divulgadas semanalmente, às segundas-feiras, para a mídia baiana e ficam disponíveis no site e nas redes sociais da Secretaria. Sugestões de pauta podem ser enviadas para [email protected].