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Bolsa Presença tem novo crédito liberado, nesta quinta-feira (15)

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Lavagem do Bonfim será transmitida ao vivo na TVE

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Edital Ouro Negro 2026 assegura participação de 11 blocos de matriz afro-brasileira na Lavagem do Bonfim


Edital Ouro Negro 2026 assegura participação de 11 blocos de matriz afro-brasileira na Lavagem do Bonfim
Edital Ouro Negro 2026 assegura participação de 11 blocos de matriz afro-brasileira na Lavagem do Bonfim

Foto: Caio Diniz

O Programa Ouro Negro, por meio do edital 2026, assegura a participação de 11 blocos nas categorias afro, afoxé, samba, reggae e blocos de índio no cortejo da Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15). O edital selecionou projetos de entidades que exaltam as tradições afro-brasileiras, incentivam a participação intergeracional, preservam a estética e os símbolos dessas manifestações e garantem a transmissão do legado cultural aos mais jovens.

As entidades que vão compor o desfile são:
Afrodescendentes da Bahia; 
Bloco da Saudade; 
Ilê Aiyê; 
Ki Beleza; 
Leva Eu;
Malê Debalê; 
Mangangá Capoeira; 
Mundo Negro; 
Olodum; 
Proibido Proibir; 
Samba & Folia.

Investimento record – O Ouro Negro, desenvolvido pelo Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) e da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), financia, desde 2008, agremiações carnavalescas que desenvolvem proposições com forte identidade de matriz africana. Como requisito, dentro de suas comunidades estas entidades contribuem para o desenvolvimento sociocultural, através de projetos que estimulam a construção de uma cultura cidadã.
Em 2026, o Programa realiza investimento recorde de R$ 17 milhões. Os recursos garantem a participação de blocos afros nos desfiles do Carnaval de Salvador, Lavagem do Bonfim, Lavagem de Itapuã, Lavagem da Purificação (Santo Amaro), Micareta de Feira de Santana e carnaval do interior do estado.

Patrimônio imaterial – Um dos principais eventos populares de Salvador, a festa do Nosso Senhor do Bonfim é Patrimônio Imaterial do Brasil, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 2014; a lavagem reúne milhões de baianos e visitantes, e é marcada pela fé, religiosidade e expressividade cultural, conectando religiões, ritmos musicais e, ainda, desfazendo barreiras entre o sagrado e o profano.

O festejo acontece, anualmente, na segunda quinta-feira após o Dia de Reis. Neste dia, uma multidão percorre 8 km em um cortejo que, após concentração na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio, segue em direção à Basílica do Bonfim.

Devoção e alegria – Durante a caminhada até a colina sagrada, várias entidades participam do cortejo, incluindo os blocos afros que ao longo do trajeto expressam a sua devoção e a potência da resistência cultural do povo negro. Como ponto culminante da celebração, as baianas, que participam da cerimônia, por volta das 9h30, carregam jarros com água, flores e perfumes e realizam a lavagem da escadaria da Igreja. O ritual reúne fé e sincretismo religioso, articulando cânticos católicos a toques de atabaques, misturando elementos do catolicismo, do candomblé e da umbanda. Baianos e turistas aproveitam para pedir, agradecer e saudar o Senhor do Bonfim, que no sincretismo é associado a Oxalá.

Após os ritos iniciais, o público pode vivenciar a dimensão profana da lavagem, através de festejos populares, que acontecem em diversos pontos que conectam o circuito. O evento irradia fé e alegria, sendo uma celebração que também destaca a identidade afro-brasileira. E é nesse sentido que a Lavagem do Bonfim integra as ações contempladas pelo edital Ouro Negro 2026, reforçando o apoio do Governo do Estado às manifestações culturais de matriz africana, em prol da igualdade etnicorracial.

Olodum de volta ao Bonfim – Com apoio do Programa Ouro Negro, o bloco Olodum anuncia seu retorno à Lavagem do Bonfim após 25 anos. A concentração do bloco está marcada para às 9h, em frente ao Mercado Modelo, com saída em caminhada até o Largo da Calçada. A entidade reúne um grande cortejo cultural, composto por 120 percussionistas, 80 dançarinos e mais de 20 alegorias.

Serviço:
Concentração dos blocos – Lavagem do Bonfim 2026
Horário: a partir das 8h
– Saída da frente da Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia:
Afrodescendentes da Bahia
Ilê Aiyê 
Ki Beleza  
Leva Eu
Malê Debalê 
Mundo Negro 
Olodum 
Proibido Proibir
Samba & Folia
– Saída da frente da Igreja dos Órfãos de São Joaquim:
Bloco da Saudade
– Saída da frente do Mercado Modelo:
Mangangá Capoeira

Fonte: Ascom/Secult-BA


Programa ALBA Cultural consolida produção editorial e presença em feiras literária



O programa ALBA Cultural da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) segue sob a gestão da presidente Ivana Bastos, cumprindo sua missão de preservar a história, fomentar e difundir a cultura. Em 2025, as ações do setor responsável envolveram o lançamento de novos livros, a reedição de volumes, a produção de novos títulos, a participação em diversas feiras literárias no interior da Bahia e a distribuição de exemplares para bibliotecas, público interno e visitantes da Casa. Até dezembro do ano passado, foram disponibilizados aproximadamente 11.920 livros por meio do selo editorial do Parlamento baiano.

“Vou seguir fortalecendo e apoiando o programa editorial da Assembleia, que já se consolidou, ao longo de três décadas, como uma das mais importantes iniciativas culturais do Parlamento baiano”, afirmou a presidente do Legislativo. Segundo ela, o ALBA Cultural é “um projeto que nasceu de forma simples e que, com o tempo, ganhou dimensão e relevância, tornando-se um instrumento fundamental de preservação da nossa história, da nossa identidade e das nossas tradições”.

Ivana destacou ainda que as obras resgatam a memória da Bahia, “valorizam biografias de baianos e baianas que ajudaram a construir o nosso estado e, ao mesmo tempo, abrem espaço para novos autores, estimulando a produção literária”. E acrescentou: “Esse trabalho também aproxima a Assembleia da juventude, especialmente nos espaços das feiras literárias, fortalecendo o diálogo com as novas gerações”.

Os livros editados pelo programa, conforme entendimento com o Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Bahia, não podem ser comercializados. Os autores ficam com uma cota, que no ano passado representou 2.123 unidades. No mesmo período, foram impressos 5.400 livros, sendo boa parte destinada ao acervo do programa, somando-se aos títulos existentes em estoque.

                                             FEIRAS E FESTIVAIS LITERÁRIOS

Segundo a assessora de Cultura da Editora ALBA, Idalina Vilasbôas, o ALBA Cultural marcou presença no calendário de feiras e festivais literários do interior, com a distribuição de obras em municípios como Castro Alves, Andaraí, Piatã, Seabra, Baixa Grande, Canudos, Senhor do Bonfim e Rio de Contas. “Foram quase cinco mil livros distribuídos nessas atividades. Em pelo menos três dessas festas literárias, estivemos presencialmente, com estande, atendendo o público e vendo o contentamento das pessoas ao levar para casa nossa produção editorial”, celebrou.

Houve lançamento de livros editados pelo ALBA Cultural em, pelo menos, três feiras: “Enquadres Fotográficos Mucugê – Território da Chapada Diamantina”, de Thalison Ribeiro, e “Fé-menina – Compêndio de tradição literária das mulheres para as infâncias na Bahia”, de Lucianna Ávila, na Feira Literária de Mucugê (FLIGÊ); “Poesias – volumes I e II (relançamento)”, de Camillo de Jesus Lima, e “Arte em versos diversos”, de Edméa de Oliveira, na Feira Literária de Vitória da Conquista (FLIConquista); e “Histórias para um futuro possível – Literatura e comunidades tradicionais como aliadas na preservação do meio ambiente”, de Cátia Suzete, Manoela Ramos, Thales Moraes e Valéria González (organizadores), na Festa Literária de Boipeba (FLIPEBA).

O Saguão Nestor Duarte da ALBA também foi palco do lançamento de obras de jornalistas baianos, em meados do ano passado, quando foram distribuídos cerca de 750 exemplares: “O Andarilho da Cidade da Bahia”, de Tasso Franco; “Museu do Chico”, de Chico Ribeiro Neto; e “Personagens de Ipiaú: os folclóricos e outras figuras”, de José Américo Castro, que teve lançamento prévio na cidade que serviu de cenário para as crônicas. Considerando também os lançamentos realizados na FLIGÊ, FLIConquista e FLIPEBA, foram entregues 4.080 exemplares.
O programa ALBA Cultural também atende à demanda de outros setores da ALBA, como a Escola do Legislativo e o Cerimonial, para os quais foram cedidas, em 2025, cerca de 600 publicações. Além dos títulos destinados à biblioteca da Casa, exemplares foram doados ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), ao Instituto Anísio Teixeira (IAT), ao Congresso dos Estados Unidos e a bibliotecas públicas dos municípios de Laje, Cansanção, Mucugê e Nova Viçosa.

Segundo o jornalista Paulo Bina, editor do programa editorial da Casa, a ALBA manterá a profícua produção cultural, com destaque para a coletânea “Gente da Bahia”, série de perfis que resgata personagens históricos do estado, além da parceria com entidades voltadas à difusão da cultura baiana, entre elas a Academia de Letras da Bahia (ALB), o Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IHGB) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba).



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Cagiba abre 300 novas vagas para aulas gratuitas de ginástica artística em Salvador


Cagiba abre 300 novas vagas para aulas gratuitas de ginástica artística em Salvador
Cagiba abre 300 novas vagas para aulas gratuitas de ginástica artística em Salvador

Foto: Jéssica Tavares/Sudesb

O Núcleo de Ginástica Artística da Casa da Ginástica da Bahia (Cagiba) está com 300 novas vagas disponíveis para crianças de 5 a 19 anos realizarem a pré-inscrição até esta sexta-feira (16). As aulas do projeto da Federação Bahiana de Ginástica (FBG) em parceria com o Governo do Estado são realizadas de segunda a quinta-feira, pela manhã e à tarde, no Centro de Boxe e Artes Marciais da Bahia, localizado no largo de Roma, em Salvador.

O núcleo integra o Centro de Excelência Loterias Caixa Jovem Promessa de Ginástica Artística, um projeto que tem como missão revelar e desenvolver jovens talentos da ginástica em todo o Brasil, promovendo formação esportiva e transformação social. As atividades são gratuitas e contam com aulas ministradas por profissionais qualificados, em uma estrutura segura e preparada para oferecer formação técnica de qualidade por meio do esporte.

Para participar, é necessário preencher o formulário na bio da página da FBG no Instagram. O preenchimento e envio das informações é uma pré-inscrição e não garante a vaga imediata. A vaga será efetivada somente após a entrega presencial de toda a documentação obrigatória (fique atento aos prazos que serão comunicados após a pré-inscrição e a confirmação).

A documentação necessária conta com RG e CPF do aluno; RG e CPF do responsável legal; comprovante de endereço atualizado; cartão SUS do aluno; comprovante de matrícula escolar atualizado do ano letivo de 2025; carteira de vacinação atualizada; e atestado de aptidão física emitido nos últimos três meses informando a liberação para prática de atividades físicas.

Cagiba – O projeto é fruto da parceria entre a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e o Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), com patrocínio oficial das Loterias Caixa e execução da Cagiba, que está na sua segunda edição na modalidade de ginástica artística e acontece desde 2022 na variação de ginástica rítmica em Lauro de Freitas.

Fonte: Ascom/Sudesb
 


Roda de Conversa “Fiscalização em Tempo Real: O Impacto do Monitoramento no Cumprimento da Lei Maria da Penha


Roda de Conversa "Fiscalização em Tempo Real: O Impacto do Monitoramento no Cumprimento da Lei Maria da Penha
Roda de Conversa “Fiscalização em Tempo Real: O Impacto do Monitoramento no Cumprimento da Lei Maria da Penha

O uso da tecnologia como aliada na proteção das mulheres e no enfrentamento à violência de gênero será tema da Roda de Conversa “Fiscalização em Tempo Real: O Impacto do Monitoramento no Cumprimento da Lei Maria da Penha”, que acontece no dia 19 de janeiro, às 14h, no Auditório Paulo Spínola, da Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA). O evento é aberto ao público e será realizado em parceria com Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) e da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

A atividade integra as ações do PGE-BA por Elas, com produção do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento (CEA), e tem como objetivo promover o diálogo interinstitucional e o compartilhamento de práticas inovadoras no enfrentamento à violência contra as mulheres, com foco na fiscalização eletrônica e em outras formas de monitoramento que fortalecem a proteção das vítimas e a efetividade das medidas previstas na Lei Maria da Penha, em especial o chamado “botão do pânico”.

Entre as participantes confirmadas está Ana Caroline Barreto Ribeiro, Policial Penal desde 2016, bacharel em Direito e Coordenadora Geral da Central de Monitoração Eletrônica de Pessoas (CMEP). Com perfil técnico e operacional consolidado na SEAP, ela apresentará a experiência da monitoração eletrônica como instrumento de custódia assistida por tecnologia, destacando o equilíbrio entre segurança e ressocialização.

Também participa da Roda de Conversa Letícia Ferreira, advogada, feminista interseccional e integrante do Grupo de Trabalho da Rede de Enfrentamento à Violência contra Mulheres de Salvador, que contribuirá com uma análise jurídica e social sobre os desafios e estratégias no combate à violência contra a mulher.

Completa o grupo de expositoras Lise Póvoa, advogada, mãe de Elis e professora. Sócia do Póvoa, Fleury e Senra, escritório especializado em demandas com perspectiva de gênero. Coordenadora da Capacitação em Advocacia Feminista e da Formação Jurídica em Violência de Gênero, política e raça (Instituto “E se fosse você?”).

A iniciativa dialoga com pesquisas e estudos que fundamentam o PGE-BA por Elas, consolidando a atuação institucional na promoção da equidade de gênero e no enfrentamento à violência contra a mulher.

Fonte: Ascom/PGE-BA


Paulo Câmara sugere converter multas leves de trânsito em doação de sangue



O deputado Paulo Câmara (PSDB) sugeriu ao governador Jerônimo Rodrigues, por meio de indicação apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), que se espelhe em projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal de Ponta Grossa (MG) e substitua o pagamento de multas por infrações de trânsito leves, aplicadas pelo Detran-BA, pela doação de sangue ou de medula óssea.

A proposta, justificou o parlamentar, busca incentivar o aumento dos estoques nos serviços oficiais de hemoterapia. Na Bahia, alertou Câmara, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia (Hemoba) enfrenta níveis críticos de estoque, e a participação da população é urgente para garantir o atendimento aos pacientes da rede hospitalar pública em todo o estado.

No documento, ele lembrou que o início do ano é tradicionalmente marcado por queda no número de doações, reflexo dos feriados prolongados, das férias escolares e das viagens. “Essa redução compromete diretamente a capacidade de reposição dos estoques, justamente em um período em que a demanda tende a crescer”, disse.

Paulo Câmara acrescentou que, atualmente, todos os tipos sanguíneos estão com estoque crítico na Hemoba, com níveis inferiores a 24 horas de atendimento. “O cenário acende um sinal de alerta e exige mobilização imediata dos doadores”, afirmou.

Na indicação, o deputado tucano também argumentou que o aumento do fluxo nas estradas e, consequentemente, do risco de acidentes de trânsito, eleva a necessidade de transfusões sanguíneas, além do atendimento regular a pacientes em tratamento, cirurgias e emergências.
O projeto de lei de Ponta Grossa prevê que veículos licenciados em outros estados não possam utilizar o benefício, que é facultativo, permitindo ao condutor escolher entre a conversão em doação ou o pagamento tradicional da multa. O poder público ficará responsável por regulamentar quais infrações poderão ser convertidas, observando o limite legal de duas doações por ano.

Para obter o benefício, o motorista que optar pela doação deverá apresentar certidão emitida pela unidade de hemoterapia, contendo nome completo do doador, CPF, data da doação, identificação da unidade de hemoterapia ou de medula óssea, além de carimbo oficial e assinatura do responsável técnico.



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