
O programa ALBA Cultural da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) segue sob a gestão da presidente Ivana Bastos, cumprindo sua missão de preservar a história, fomentar e difundir a cultura. Em 2025, as ações do setor responsável envolveram o lançamento de novos livros, a reedição de volumes, a produção de novos títulos, a participação em diversas feiras literárias no interior da Bahia e a distribuição de exemplares para bibliotecas, público interno e visitantes da Casa. Até dezembro do ano passado, foram disponibilizados aproximadamente 11.920 livros por meio do selo editorial do Parlamento baiano.
“Vou seguir fortalecendo e apoiando o programa editorial da Assembleia, que já se consolidou, ao longo de três décadas, como uma das mais importantes iniciativas culturais do Parlamento baiano”, afirmou a presidente do Legislativo. Segundo ela, o ALBA Cultural é “um projeto que nasceu de forma simples e que, com o tempo, ganhou dimensão e relevância, tornando-se um instrumento fundamental de preservação da nossa história, da nossa identidade e das nossas tradições”.
Ivana destacou ainda que as obras resgatam a memória da Bahia, “valorizam biografias de baianos e baianas que ajudaram a construir o nosso estado e, ao mesmo tempo, abrem espaço para novos autores, estimulando a produção literária”. E acrescentou: “Esse trabalho também aproxima a Assembleia da juventude, especialmente nos espaços das feiras literárias, fortalecendo o diálogo com as novas gerações”.
Os livros editados pelo programa, conforme entendimento com o Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Bahia, não podem ser comercializados. Os autores ficam com uma cota, que no ano passado representou 2.123 unidades. No mesmo período, foram impressos 5.400 livros, sendo boa parte destinada ao acervo do programa, somando-se aos títulos existentes em estoque.
FEIRAS E FESTIVAIS LITERÁRIOS
Segundo a assessora de Cultura da Editora ALBA, Idalina Vilasbôas, o ALBA Cultural marcou presença no calendário de feiras e festivais literários do interior, com a distribuição de obras em municípios como Castro Alves, Andaraí, Piatã, Seabra, Baixa Grande, Canudos, Senhor do Bonfim e Rio de Contas. “Foram quase cinco mil livros distribuídos nessas atividades. Em pelo menos três dessas festas literárias, estivemos presencialmente, com estande, atendendo o público e vendo o contentamento das pessoas ao levar para casa nossa produção editorial”, celebrou.
Houve lançamento de livros editados pelo ALBA Cultural em, pelo menos, três feiras: “Enquadres Fotográficos Mucugê – Território da Chapada Diamantina”, de Thalison Ribeiro, e “Fé-menina – Compêndio de tradição literária das mulheres para as infâncias na Bahia”, de Lucianna Ávila, na Feira Literária de Mucugê (FLIGÊ); “Poesias – volumes I e II (relançamento)”, de Camillo de Jesus Lima, e “Arte em versos diversos”, de Edméa de Oliveira, na Feira Literária de Vitória da Conquista (FLIConquista); e “Histórias para um futuro possível – Literatura e comunidades tradicionais como aliadas na preservação do meio ambiente”, de Cátia Suzete, Manoela Ramos, Thales Moraes e Valéria González (organizadores), na Festa Literária de Boipeba (FLIPEBA).
O Saguão Nestor Duarte da ALBA também foi palco do lançamento de obras de jornalistas baianos, em meados do ano passado, quando foram distribuídos cerca de 750 exemplares: “O Andarilho da Cidade da Bahia”, de Tasso Franco; “Museu do Chico”, de Chico Ribeiro Neto; e “Personagens de Ipiaú: os folclóricos e outras figuras”, de José Américo Castro, que teve lançamento prévio na cidade que serviu de cenário para as crônicas. Considerando também os lançamentos realizados na FLIGÊ, FLIConquista e FLIPEBA, foram entregues 4.080 exemplares.
O programa ALBA Cultural também atende à demanda de outros setores da ALBA, como a Escola do Legislativo e o Cerimonial, para os quais foram cedidas, em 2025, cerca de 600 publicações. Além dos títulos destinados à biblioteca da Casa, exemplares foram doados ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), ao Instituto Anísio Teixeira (IAT), ao Congresso dos Estados Unidos e a bibliotecas públicas dos municípios de Laje, Cansanção, Mucugê e Nova Viçosa.
Segundo o jornalista Paulo Bina, editor do programa editorial da Casa, a ALBA manterá a profícua produção cultural, com destaque para a coletânea “Gente da Bahia”, série de perfis que resgata personagens históricos do estado, além da parceria com entidades voltadas à difusão da cultura baiana, entre elas a Academia de Letras da Bahia (ALB), o Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IHGB) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba).




















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