
Em evento realizado na tarde desta terça-feira (2), nas salas das Comissões Luís Cabral e Herculano Menezes da Assembleia Legislativa, a Superintendência de Recursos Humanos (SRH) apresentou a avaliação por desempenho aos funcionários efetivos da instituição, ferramenta em processo de implantação na Casa. Conduzida pelo analista legislativo lotado na SRH, Marcos Barbosa, a reunião contou com a presença do superintendente e do gerente departamento, Francisco Raposo e Claudio Santana, respectivamente, e de inúmeros servidores em questão.
A avaliação de desempenho, segundo Francisco Raposo, acompanha um movimento desenvolvido em outros estados brasileiros, a exemplo de Minas Gerais, mas com a adoção das mudanças necessárias para adaptação à realidade baiana. “A avaliação de cada servidor vai levar em conta cursos, treinamentos, assim como serão instituídos prêmios para os que entregarem, com pertinência temática e dentro das áreas em que desenvolvem a atividade”, adiantou.
Na semana passada, o departamento reuniu os gestores, que serão os avaliadores dos servidores e que serão treinados, “para que eles entendam como avaliar, para que eles aprendam como avaliar neste novo momento, nesta nova forma, nessa mudança de cultura da casa”, informou.
Durante o encontro, Barbosa detalhou a respeito da implantação do processo de avaliação, que segue a Resolução 152 de 2025, “um pleito antigo dos servidores, que está sendo encampado pelo RH. A gente teve pouco tempo, então a gente está trocando pneu com carro andando, tentando criar o sistema, capacitar servidores, sejam eles gestores, sejam nós servidores, para conseguir rodar o primeiro ciclo agora no ano de 26”, relatou.
Além dos critérios da avaliação dos servidores efetivos, também foram abordados, na reunião, temas como carreira, protagonismo e sobre a execução de atividades relevantes para a Assembleia Legislativa, que tragam resultados para a ALBA, “para que o nosso mérito, de fato, seja bem amparado na avaliação do desempenho como uma consequência”, colocou.
A ideia, segundo Barbosa, é transformar uma ferramenta burocrática em algo estratégico, com uma periodicidade anual das avaliações de desempenho. “Mas a gente precisa entender que as benfeitorias, os resultados que os servidores trazem para casa, precisam estar registrados para que se consiga demonstrar o que a gente gera de valor para a Assembleia e, por consequência, para a sociedade” salientou.
De acordo com o gerente do RH, Claudio Santana, o programa de avaliação por desempenho vai valorizar o servidor, por possibilitar o reconhecimento da produtividade, do nível de entrega e do comprometimento dos efetivos na Casa. “É importante discutir o nosso futuro e o nosso futuro dentro da Assembleia Legislativa, porque aqui é onde nós entregamos a nossa energia, a nossa força de trabalho”, disse, comemorando a maciça participação e a contribuição dos funcionários de carreira na reunião.
Entre os efetivos presentes na reunião, Ana Paula Borges, lotada na coordenação do Expediente, na área parlamentar, considerou o sistema criado pela SRH e apresentado na ocasião como uma iniciativa interessante e necessária. “Tem aí a questão dos cursos, da produtividade, da assiduidade, uma série de fatores, de critérios, que são importantes até para o próprio servidor se avaliar, para a chefe avaliar e para a Casa. Tudo isso vai incentivar o servidor a procurar melhorar sempre”, disse.
Reporatgem: Rita Tavares
Edição: Franciel Cruz




















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