Antônio Henrique Júnior indica construção de passarela na BR-242, em Barreiras



O deputado Antônio Henrique Júnior (PV) sugeriu ao governador Jerônimo Rodrigues a construção de uma passarela de pedestres, na BR-242, no município de Barreiras. O equipamento pretende interligar o Colégio Estadual de Tempo Integral Kelly Magalhães, o Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Grande (Cetep) e a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) aos bairros adjacentes.

De acordo com o parlamentar, a indicação, encaminhada à Mesa Diretora da ALBA tem como objetivo promover a mobilidade urbana e a integração dos espaços no município de Barreiras, assegurando o deslocamento de estudantes, educadores, trabalhadores e moradores. Todos os dias, observa o legislador, essas pessoas necessitam cruzar o trecho da rodovia BR-242, um eixo de intenso fluxo logístico e econômico. “A ausência de infraestrutura adequada para a transposição de pedestres fragmenta o espaço urbano, compromete a fluidez da mobilidade local e gera gargalos no tráfego, tornando essencial uma solução viária que conecte de forma eficiente e segura as duas margens da rodovia”, aponta o deputado.

O trecho em questão caracteriza-se por abrigar um polo educacional e acadêmico da cidade, onde estão situados o Colégio Estadual de Tempo Integral Kelly Magalhães, o Cetep e o Campus IX da Uneb. A concentração das três instituições de ensino, em uma mesma margem rodoviária, atrai um contingente diário de cidadãos, gerando um fluxo de pedestres muito intenso, em especial nos horários de pico que marcam a entrada e saída dos turnos de aulas. Este cenário agrava-se ainda mais, no outro lado da rodovia, onde se concentram populosos bairros residenciais.

Antônio Henrique Júnior cita ainda os polos geradores de tráfego e de forte movimentação comercial, a exemplo do complexo de mercado de alimentos Atacadão. Ele explica que, nesse contexto, os pedestres fazem a travessia disputando espaço com o trânsito implacável de veículos pesados. A BR-242 é o principal eixo de escoamento da produção agrícola do Oeste Baiano, transportando diariamente toneladas de grãos e algodão. A ausência de uma passarela expõe ao risco de atropelamentos a comunidade escolar e os moradores locais.

“O projeto, que deve incorporar padrões de acessibilidade universal, com rampas de inclinação adequada, beneficiará também pessoas com mobilidade reduzida, idosos, gestantes e ciclistas. Sob a ótica da engenharia de tráfego, a passarela segregará os fluxos, eliminando o conflito direto entre pedestres e veículos, o que otimizará a fluidez da rodovia, reduzirá a necessidade de frenagens bruscas e garantirá a continuidade do escoamento logístico e do transporte de passageiros”, finalizou o deputado.

Reportagem: Nivaldo Costa 
Edição: Franciel Cruz



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