Autorização para pesquisas em UCs fortalece gestão ambiental baiana


Autorização para pesquisas em UCs fortalece gestão ambiental baiana
Autorização para pesquisas em UCs fortalece gestão ambiental baiana

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) tem ampliado o incentivo à realização de pesquisas científicas e atividades didáticas nas Unidades de Conservação (UCs), fortalecendo a produção de conhecimento sobre a biodiversidade e contribuindo diretamente para a preservação ambiental na Bahia.

Regulamentadas pela Portaria Inema nº 25.753, de 6 de abril de 2022, as autorizações permitem que pesquisadores e instituições de ensino desenvolvam estudos sobre fauna, flora, recursos hídricos, uso público e outros aspectos relacionados aos ecossistemas protegidos. As informações produzidas nessas pesquisas passam a subsidiar a gestão das unidades e orientar estratégias de conservação e uso sustentável dos recursos naturais.

Para a diretora de Sustentabilidade e Conservação (DISUC) do Inema, Jeanne Sofia Florence, a presença da comunidade científica nas áreas protegidas fortalece a atuação do órgão. “Quando o Inema autoriza e acompanha pesquisas nas Unidades de Conservação, contribui para o surgimento de novos conhecimentos sobre esses territórios e para a adoção de medidas mais eficazes de preservação ambiental”, destaca.

Além de apoiar a formulação de políticas públicas, a iniciativa também estimula atividades de educação ambiental em campo e aproxima a gestão das unidades da comunidade acadêmica. Dessa forma, o Instituto reforça o compromisso com a ciência e com a proteção do patrimônio natural do estado.

Ao acessar o site do Inema (https://www.ba.gov.br/inema/autorizacao-para-pesquisas-e-estudos-cientificos-em-ucs), pesquisadores, instituições de ensino e demais interessados encontram as informações, critérios e a documentação necessária para solicitar autorização para a realização de estudos científicos e ações educativas vinculadas às instituições do ensino formal nas UCs estaduais. O objetivo é garantir que essas iniciativas ocorram de forma responsável, alinhadas à conservação da biodiversidade, à proteção dos ecossistemas e ao respeito ao conhecimento tradicional associado, sem comprometer a integridade das espécies e dos ambientes naturais.

Fonte: Ascom/Inema